A Câmara de Curitiba retomou, nesta segunda-feira (04), as sessões, após recesso do meio do ano. A sessão contou com a presença do prefeito Eduardo Pimentel (PSD), que apresentou um balanço do primeiro semestre da gestão neste ano. Entre os assuntos abordados, o plano diretor e a nova concessão da URBS.
Para o prefeito os dois assuntos são desafios para a gestão. No caso do plano diretor, a lei vigente é de 2015.
A revisão foi lançada por meio de um decreto, em março deste ano, que prevê uma estrutura organizacional composta por : Coordenação Estratégica e Política, responsável pelas diretrizes e articulações entre a administração pública e a sociedade, é composta pelo prefeito, a presidência do Ippuc, a Procuradoria-Geral do Município (PGM) e a Secretaria do Governo Municipal (SGM); a Coordenação Executiva, formada pelos comitês Executivo - em que estão envolvidos a equipe técnica do Ippuc; com a função de desenvolver, organizar e executar as atividades nos cinco eixos de ação: pesquisa, planejamento, legislação, participação e comunicação -; e o Estratégico, com representantes do Ippuc, SGM, Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e Secretaria da Comunicação Social (Secom), que assessoram a Coordenação Executiva.
Transporte
“Este será a maior transformação do transporte dos próximos 30 anos”, disse o prefeito durante a fala na Câmara. Eduardo Pimentel também destacou que o leilão do transporte será feito na bolsa de valores de São Paulo.

Curitiba tem uma das tarifas mais caras no transporte público entre as capitais brasileiras. O prefeito Eduardo Pimentel, no entanto, garantiu que ao longo da transição para a nova concessão, o valor de R$ 6 não será alterado. O prazo para transição é de até 24 meses, mas pode ser feito em menos tempo.
A previsão da prefeitura é de que haja consultas públicas sobre o transporte em setembro, seguido de audiências públicas em outubro e a abertura do edital em novembro para que, até o início de 2026, o vencedor já seja conhecido.