13 jan 2022 - 15h58

Bancada liberal tenta barrar reajuste de servidores e cria problemas para Greca

Vereadoras do Novo lideram oposição “à direita” a plano do prefeito

Existe uma bancadinha liberal se formando na Câmara de Curitiba. A votação do reajuste dos servidores e dos agentes públicos nesta semana evidenciou que, seja de olho em votos do eleitor liberal, seja em função de crenças políticas, há um grupo considerável de vereadores que pretendem fazer um discurso de austeridade.

As duas vereadoras do Novo estão nessa turma. Indiara Barbosa e Amália Tortato não queriam nem votar os reajustes propostos por Greca, e durante a sessão falaram que a reposição das perdas salariais agora era uma irresponsabilidade. Segundo elas, se houver necessidade de mais gastos por causa da pandemia, isso pode comprometer o caixa.

Denian Couto, do Podemos, anda na mesma balada, assim como Flávia Francischini (PSL). Não deixa de ser uma novidade, numa Câmara em que o prefeito, nas poucas vezes em que enfrenta resistência a seus desejos, vê a oposição á esquerda, e não à direita.

Em um momento da sessão desta quarta (12), a coisa ficou feia. Pier Petruzziello (sem partido), líder do governo, estava respondendo no mesmo tom as acusações de irresponsabilidade feitas pelas vereadoras do Novo, dizendo que o dinheiro está em caixa e que representa apenas 10% do valor para investimentos. Acusou as duas de demagogia.

Quem fez o papel de botar panos quentes foi Maria Letícia (PV), avisando que a briga estava passando do limite.

Este texto é de responsabilidade do autor/da autora e não reflete necessariamente a opinião do Plural.

2 comentários sobre “Bancada liberal tenta barrar reajuste de servidores e cria problemas para Greca

  1. Acho que elas ganham demais pelo que fazem, sendo assim deveriam abrir mão do aumento delas não se manifestar contra o aumento de quem realmente trabalha.

  2. Ganham demais pelo que fazem é piada no estilo divina comédia. Essa gente é inútil e quando trabalha só dá prejuízo. Somente anarquia para salvar o dinheiro público.

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