Cobertura sobre transporte coletivo, com foco em mobilidade urbana, tarifas, qualidade do serviço, planejamento público e impactos na vida da população.
Levantamento com 4,7 milhões de registros de GPS coletados ao longo de 16 dias mostra que o pico de atrasos do transporte coletivo acontece no fim da tarde dos dias úteis, quando o índice chega a 43,6%. Nos fins de semana, o serviço é mais pontual
Setransp defende conclusão de estudos técnicos antes da concorrência; URBS afirma que edital está em fase final, mas não há previsão oficial de lançamento
Um morador de Caximba compromete quase 19% da renda com passagens. No Batel, são 2,6%. Perde duas horas por dia a mais dentro do coletivo que quem mora no centro — o equivalente a 91 dias úteis de trabalho por ano. Tem 61% de chance de pegar um ponto a 500 metros de casa — contra 100% no Bigorrilho