Senado vota nesta quarta (14) o fim da escala 6x1. No Paraná, 1.032.927 trabalhadores (35,8% dos vínculos) cumprem seis dias de serviço por um de descanso.
Prefeitura de Curitiba abre PSS para 1.443 vagas de professores (835 em Docência I e 608 em Educação Infantil). Inscrições pelo Instituto AOCP até 2 de novembro.
Metade dos empregos formais da capital está em só 20 famílias de ocupação, lideradas pelos auxiliares administrativos. Sete delas pagam menos de R$ 2.000 na mediana; quatro, mais de R$ 5.000.
A capital fez 252 mil contratações com carteira assinada de janeiro a maio. Saiba quem está contratando, quanto se paga na entrada e por onde começar a busca.
A capital paga 36% mais a quem já tem carteira assinada, mas quem é contratado hoje entra ganhando praticamente o mesmo nas duas cidades. Londrina abre vagas sobretudo na educação; Curitiba, nos serviços terceirizados.
Londrina lidera o interior, puxada pela educação. Maringá cresce com construção e indústria, Cascavel com um perfil diversificado, Foz com turismo e serviços, e Ponta Grossa com logística.
O contrato em que o trabalhador só recebe quando é chamado cresceu quase onze vezes mais rápido que o emprego formal no estado em 2024. Na capital, a alta foi o dobro da média.
A PNAD Contínua do IBGE estima 78 mil paranaenses trabalhando no próprio domicílio. Em Curitiba, a proporção é seis vezes maior que no resto do estado — e o rendimento de quem trabalha em casa é o dobro de quem vai ao local de trabalho.
Quem tem carteira assinada em Curitiba ganha em média R$ 5.059, o 8º maior salário entre as capitais. Mas metade dos trabalhadores recebe menos de R$ 3.034 — e quem entra agora ganha bem menos do que quem já está.
De janeiro a maio, a capital abriu 13.643 vagas com carteira assinada — 22,7% de todo o saldo do Paraná. Serviços administrativos puxaram o resultado; a indústria fechou postos.
No Paraná, a formalização pelo MEI cresce quase no mesmo passo do emprego com carteira — mas gira menos: as vagas formais são sazonais e de alta rotatividade, enquanto os MEIs abrem em ritmo constante e, safra a safra, sobrevivem mais nos primeiros anos.