Conteúdos de serviço do Plural reúnem informações úteis para o dia a dia em Curitiba e no Paraná. Guias, orientações, agendas, direitos do cidadão, mudanças em serviços públicos e tudo o que ajuda o leitor a se informar, se localizar e tomar decisões com mais clareza
Metade dos empregos formais da capital está em só 20 famílias de ocupação, lideradas pelos auxiliares administrativos. Sete delas pagam menos de R$ 2.000 na mediana; quatro, mais de R$ 5.000.
A capital fez 252 mil contratações com carteira assinada de janeiro a maio. Saiba quem está contratando, quanto se paga na entrada e por onde começar a busca.
A capital paga 36% mais a quem já tem carteira assinada, mas quem é contratado hoje entra ganhando praticamente o mesmo nas duas cidades. Londrina abre vagas sobretudo na educação; Curitiba, nos serviços terceirizados.
Londrina lidera o interior, puxada pela educação. Maringá cresce com construção e indústria, Cascavel com um perfil diversificado, Foz com turismo e serviços, e Ponta Grossa com logística.
O contrato em que o trabalhador só recebe quando é chamado cresceu quase onze vezes mais rápido que o emprego formal no estado em 2024. Na capital, a alta foi o dobro da média.
A PNAD Contínua do IBGE estima 78 mil paranaenses trabalhando no próprio domicílio. Em Curitiba, a proporção é seis vezes maior que no resto do estado — e o rendimento de quem trabalha em casa é o dobro de quem vai ao local de trabalho.
Quem tem carteira assinada em Curitiba ganha em média R$ 5.059, o 8º maior salário entre as capitais. Mas metade dos trabalhadores recebe menos de R$ 3.034 — e quem entra agora ganha bem menos do que quem já está.
De janeiro a maio, a capital abriu 13.643 vagas com carteira assinada — 22,7% de todo o saldo do Paraná. Serviços administrativos puxaram o resultado; a indústria fechou postos.
O comparecimento às urnas nas Eleições Gerais de 2026, marcadas para 4 de outubro, poderá ser registrado como prova de vida para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Reajuste dos planos individuais em 2026 é de até 5,11%, diz a ANS. Coletivos não têm teto e tiveram média de 10,76% em 2025. Veja o histórico e seus direitos.
Quanto custa viver em Curitiba em 2026: aluguel de 2 quartos a R$ 2.500, cesta básica de R$ 798,87 e ônibus a R$ 6. Veja o peso em cada faixa de renda.