7 dez 2021 - 8h30

Viajando na maionese – no bom sentido

Diante de um prato cheio de maionese, há quem tenha aproveitado duplamente, já que ela leva a reflexões e comer não é só encher a pança todo dia

Voltando no tempo: por iniciativa dos fabricantes da maionese Cêpera, empresa fundada em 15/01/1947, por Abílio Cêpera, em São Paulo, a principal atividade era o empacotamento de especiarias. Em 1968, sob o comando de nova diretoria, passou a investir também na produção de conservas, molhos e condimentos. E foi em frente. Ainda bem. Tanto que, hoje, 2021, e com tantas coisas históricas sendo destruídas, o produto não se limita, isso mesmo, ao mero consumo de uma deliciosa maionese.  

É que, acompanhando cada um dos pacotinhos de maionese, temos simpáticas mensagens:  

  • O melhor motivo para começar o dia sorrindo é o café da manhã.
  • Cachorro quente sem maionese não é cachorro quente. 
  • Faça o que te faz feliz depois coma. 
  • Na hora de cozinhar, o segredo do chefe é não ter segredos. 
  • O que seria da vida sem os temperos, não é mesmo? 
  • A felicidade mora no seu prato favorito. 
  • Minha comida preferida? Ah! São todas. 

Origem bem complicada  

A maionese foi inventada em 1756. O autor foi o chef francês do Duque de Richelieu. Com a derrota dos britânicos em Port Mahon, seu cozinheiro não deixou por menos: criou um banquete que incluía um molho feito à base de nata e ovos. Mas, como não havia nata na cozinha, o chef decidiu substituir nata e ovos por azeite. E, assim, por improviso, teria nascido a maionese, batizada de mahonnaise, para marcar seu local de nascimento, a cidade de Mahón.  

PS – A propósito de tais afirmativas, faltou a opinião de um mestre no assunto… Corrigindo, mestre entre os mestres, e não só em gastronomia, o amigo Paulo Mercer. 

Este texto é de responsabilidade do autor/da autora e não reflete necessariamente a opinião do Plural.

Um comentário sobre “Viajando na maionese – no bom sentido

  1. Meu amigo Pancho – Francisco Camargo – hoje no Plural. Sempre muito amável e cortês com esse seu amigo Tibagiano ( Tibagiense , como ele diz ! ). Quando encontrá-lo vou contar a ele sobre uma nova descoberta que fiz na última viagem à Foz do Iguaçu em agosto/passado ( será que ainda não contei?) : uma MAIONESE japonesa maravilhosa! Coisa mesmo espetacular, a tal da “Maionese Kewpie” , com uma textura cremosa, levemente adocicada ,que diferentemente das outras é feita com vinagre de arroz e no processo envolve uma descoberta de um mestre japonês, já de há muito tempo, com uma maior fragmentação das moléculas do ovo no azeite , o que a torna mais cremosa. Foi um trunfo asiatico para quebrar o monopólio da empresa norte-americana Helmann’s e entrar no restrito e fechado mercado francês dominado pela Dijon . É mesmo uma delícia essa ” KEMPIE” e quem provar vai confirmar isso que aqui digo. Comprei numa enorme loja de produtos japoneses.no Shopping Paris , na Ciudad Del Este . É isso. #pramercer

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