A Câmara de Curitiba analisa projeto da vereadora Camilla Gonda (PSB), que pretende acabar com o confisco de créditos da URBS. A proposta está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, se aprovada, seguirá tramitação até ser votada em plenário.
De acordo com o texto do projeto, em 2024 foram confiscados R$ 22 milhões em créditos expirados. O valor é correspondente a passes não utilizados por 393.017 usuários. Para a parlamentar, o atua confisco faz os curitibanos perderem dinheiro. “A vigência de um ano prejudica a população e enriquece um fundo do município com o salário dos trabalhadores”, diz.
A atual proposta vai alterar a Lei 12.597/2008, que regula o transporte coletivo em Curitiba.
Em comparação a 2023, o valor perdido em créditos aumentou 82%, passando de cerca de R$12,4 milhões para mais de R$22 milhões em créditos perdidos. Os dados foram disponibilizados pela Urbanização de Curitiba S.A. (URBS), em resposta a um pedido de informações oficiais protocolado em abril pela vereadora.
Continue lendo
Este conteúdo é gratuito. Cadastre-se para ler.
O Plural é jornalismo independente de Curitiba. Para acessar todas as reportagens,
pedimos apenas seu e-mail — sem custo.
Jornalista e especialista em Gestão da Comunicação, Assessoria e Marketing pela Universidade Positivo (UP). Mestra em Estudos de Linguagens pela UTFPR. Presidenta do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná.
Comunicado do TSE que determinou extensão da votação até as 19h foi assinado às 17h49 deste domingo. Em Curitiba, 87% das seções já tinham fechado, segundo o TRE-PR.
Dois anos após o lançamento com pompa, o Cartão Curitiba+ chegou a apenas 854 usuários ativos em dezembro de 2025 — 3,4% das 25 mil pessoas que a Urbs projetou beneficiar.
A proposta autoriza o uso do Fundo Municipal de Prevenção às Drogas (Funpred) em viagens ao exterior e em serviços sociais executados por organizações religiosas, além de prever expressamente a contratação de comunidades terapêuticas