A condenação do assassino de Jessicléia Martins marcou a luta por justiça da comunidade avá-guarani. Mas levantamento do Plural mostra que pelo menos 23 processos por violência contra mulheres indígenas no Oeste do Paraná ainda aguardam uma decisão definitiva da Justiça.
Dados obtidos via Lei de Acesso à Informação indicam que a responsabilização avança com mais eficácia quando os avá-guarani são acusados de crimes. Nos casos em que figuram como vítimas, predominam investigações arquivadas e baixa punição dos agressores.