Jornalista com mais de 10 anos de experiência na cobertura dos povos indígenas do Sul do Brasil; meio ambiente; política; cultura e liberdade religiosa
Dados do TSE mostram uma trajetória de crescimento de candidaturas indígenas ao longo dos últimos 12 anos. Em 2014, foram 85 candidaturas ; em 2018, 133; e, em 2022, 186. Com os 191 nomes registrados neste ano, o número aumentou 125% desde o início da série histórica.
Segundo levantamento, oito indígenas foram assassinados no Paraná em 2025, contra três no ano anterior, enquanto ataques, ameaças e violações atingiram principalmente comunidades Avá-Guarani no Oeste do estado. Relatório também aponta mortes, suicídios, violência sexual e omissões do poder público.
O vídeo em que uma cacica rebate o governado catarinense Jorginho Mello correu o país. O que pouca gente sabe é que a mulher que o enfrentou nasceu, cresceu e se tornou liderança em uma das mais longas batalhas indígenas do Sul do Brasil.
A condenação do assassino de Jessicléia Martins marcou a luta por justiça da comunidade avá-guarani. Mas levantamento do Plural mostra que pelo menos 23 processos por violência contra mulheres indígenas no Oeste do Paraná ainda aguardam uma decisão definitiva da Justiça.
Dados obtidos via Lei de Acesso à Informação indicam que a responsabilização avança com mais eficácia quando os avá-guarani são acusados de crimes. Nos casos em que figuram como vítimas, predominam investigações arquivadas e baixa punição dos agressores.
A morte brutal de um jovem indígena, em meio aos conflitos por terra no oeste do Paraná, aprofundou o medo nas aldeias e ampliou os questionamentos sobre a atuação das instituições responsáveis pela investigação
Enquanto tiros, emboscadas, incêndios e torturas marcaram quase dois anos de conflito nas retomadas indígenas do Oeste do Paraná, a responsabilização dos autores praticamente não saiu do papel
Na longa história de aparições "alienígenas" no Paraná, Luiziana registrou o que pode ter sido o primeiro caso de suposta abdução alienígena do BrasilParaná