O Brasil comemora 204 anos de Independência nesta segunda-feira, 7 de setembro. O Plural questionou os principais candidatos no Paraná sobre o que eles consideram Independência. As repostas incluem liberdade para trabalhar e empreender, liberdade de expressão, respeito às instituições, soberania, possiblidade de independência financeira e segurança. Confira:
Sandro Alex, candidato do PSD ao governo
"O Dia da Independência é, acima de tudo, um dia para defender a nossa liberdade. Liberdade para trabalhar, para empreender, para criar nossos filhos, para defender opiniões e para viver de acordo com os nossos valores. Também é um dia para reafirmar o compromisso do nosso projeto com todos os paranaenses. O Paraná tem mostrado que é possível construir um ambiente de paz diferente do Brasil. Aqui, há respeito à família, à liberdade e entre as instituições e Poderes constituídos. Isso é sinal de grandeza. A independência precisa de prosperidade."
Sergio Moro, candidato do PL ao governo
"A verdadeira independência vai além de uma data histórica. A mulher precisa ter a possibilidade de conquistar sua independência financeira; o jovem, a liberdade de escolha; e o trabalhador, oportunidades para construir um futuro digno. Nosso país precisa se libertar de um sistema político que não respeita as instituições, os princípios e a ética. Uma independência que se reflita no compromisso diário de honrar as cores da nossa bandeira, com honestidade, retidão e fidelidade aos ensinamentos de Deus."
Alexandre Curi, candidato do Republicanos ao Senado
“Independência é a capacidade de decidir o próprio caminho. Para um país, significa soberania e defesa dos interesses nacionais. Mas a independência de uma nação se mede também pela independência de suas instituições e pela autonomia de quem a constitui. No Brasil de hoje, isso significa garantir o equilíbrio entre Executivo, Legislativo e Judiciário, com instituições fortes, independentes e respeitando os limites da Constituição. E significa também fortalecer a Federação. Ainda concentramos poder e recursos demais em Brasília, enquanto estados e municípios, que estão mais próximos das pessoas, permanecem excessivamente dependentes do governo federal. Para mim, celebrar a Independência é também defender um Brasil mais equilibrado, com mais autonomia para estados e municípios e, no nosso caso, menos dependência de Brasília e mais Paraná.”
Dr. Rosinha, candidato do PT ao Senado
"No sentido político, é a autonomia de um Estado para institucionalmente organizar-se, aprovar a Constituição e suas leis, sem subordinação ou controle de potências estrangeiras. Independência nas negociações econômicas e comerciais e em suas relações diplomáticas com outras nações. Pode-se resumir em: é a soberania do Estado dentro do território nacional e suas relações com outros Estados. Em termos individuais, independência é gozar de autonomia e liberdade em relação a uma pessoa ou a grupos de pessoas e, perante disputas, ser imparcial."
Filipe Barros, candidato do PL ao Senado
"A independência não é só uma data. A independência é um modo de viver que nós precisamos resgatar no nosso país. É a independência de você poder comprar no supermercado as suas necessidades, porque hoje o que acontece com o nosso país são famílias que chegam ao mercado e quando vão pagar a conta, eles têm que tirar a bolacha da filha, o iogurte do filho que está lá no carrinho, porque os pais não têm dinheiro para pagar porque está tudo caro.
"Independência é a gente poder falar aquilo que a gente pensa sem o medo de ser processado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Independência é a gente poder caminhar nas ruas das nossas cidades sem medo de ser roubado, de ser assaltado ou de ser assassinado. É isso que nós precisamos resgatar no Brasil e é por isso que eu digo que a data da independência não é só uma data, mas é algo que nós precisamos resgatar no nosso país.
Gleisi Hoffmann, candidata do PT ao Senado
"Independência é, antes de tudo, um Brasil soberano, de cabeça erguida, que não aceita tutela de ninguém, nem sobre política externa, nem sobre com quem podemos comercializar. O Brasil tem um único dono: o povo brasileiro. E soberania não se declara uma vez e se garante para sempre, ela se conquista todos os dias, com trabalho, com instituições fortes e com um povo que não abre mão de decidir seu próprio destino. Para mim, o 7 de setembro é dia de olhar nossa história, comemorar nossos acertos enquanto sociedade, refletir sobre nossos erros históricos para nunca mais repeti-los, mas principalmente projetar o País que a gente quer para o futuro, com soberania e altivez."
O Plural contatou ainda as assessorias de Requião Filho (PDT), candidato ao governo; Cristina Graeml (PSD), candidata ao Senado; e Deltan Dallagnol (Novo), candidato ao Senado. O espaço fica à disposição.