Às vezes tudo que um cronista pode dizer é que viu e ouviu alguma coisa, diz Luís Henrique Pellanda
Onde Lia tenta aprender a ser como um dia foi vista; a tratar de si própria como um dia tratou sua filha.
O inimigo público número um são os sádicos tiranos que desde sempre controlam a estrutura de Estado
Felippe Anibal fala por que pode ser uma péssima ideia puxar conversa nos Uber da vida
Cezar Tridapalli pergunta: o que escapa aos sentidos deixa de existir?
Onde finalmente ouvimos a opinião de outra pessoa sobre essa tal de “Lia”
Oi?
[…]
Lembro. Lembro sim. Claro que lembro. Imagina.
Afinal eu passei não foi um, não foi nem
Sandoval Matheus descreve o Corote, bebida da moda, como "destilada dentro de um bueiro pelo próprio Coisa Ruim"
Felippe Anibal descreve a tristeza que se segue ao carnaval, mesmo quando alguém tenta fazer uma serenata no meio da noite
Ana Justi entreouve uma conversa de homens que dizem fazer o que querem enquanto as namoradas dormem. O consentimento, diz ela, é um inconveniente
Fagner Zadra conta como a cozinheira de uma delegacia se confundiu e usou como tempero alguns ingredientes que não devia ter usado
Luís Henrique Pellanda conta como uma família de haitianos quase fez um locutor chorar em plena rua, emocionado com os elogios que recebeu
No quinto capítulo do romance em folhetim sobre a vida de Lia, Caetano Galindo fala sobre um momento de puro amor