A Prefeitura de Curitiba confirmou no dia 28 de outubro que vai começar em 2027 a transferir o atendimento do 6º ao 9º ano do ensino fundamental para a rede estadual em 11 escolas municipais — Albert Schweitzer, Novo CAIC Guilherme Lacerda Braga Sobrinho, Cândido Portinari (CAIC), Durival Britto e Silva, Erasmo Pilotto, Herley Mehl, Papa João XXIII, Julia Amália Di Lenna, Maria Clara Brandão Tesserolli, Omar Sabbag e São Miguel. A versão oficial, publicada no portal da Secretaria Municipal da Educação (SME), fala em "transição" para a rede estadual, mas o cronograma apresentado internamente à comunidade escolar aponta um fechamento gradativo: em 2027, não se abrem turmas de 6º ano; em 2028, 6º e 7º ficam fechados; em 2029, 6º, 7º e 8º; em 2030, nenhum ano final da rede municipal nessas 11 unidades.
Ao justificar a decisão, a SME e seus porta-vozes acumularam, nas últimas semanas, seis argumentos públicos. Esta reportagem cruzou cada um deles com os microdados do Censo Escolar 2025 do Inep, com o IDEB 2025 publicado em setembro, com as respostas da SME a 20 pedidos de informação apresentados pela Câmara de Curitiba entre 2020 e 2026 e com as próprias coordenadas geográficas oficiais das escolas, publicadas pela primeira vez pelo Inep nesta edição do Censo. O resultado é um conjunto de inconsistências numéricas que a gestão municipal, até o fechamento desta edição, não havia respondido.
Argumento 1 — "Curitiba é o único município do Paraná com oferta municipal de anos finais"
A tese, repetida informalmente por representantes da secretaria e usada para dar peso técnico à mudança — já que ela, supostamente, apenas "normalizaria" a divisão de competências entre municípios (anos iniciais) e Estado (anos finais) prevista na LDB —, é incorreta pelos dados oficiais do Censo 2025.
Dos 399 municípios paranaenses com rede municipal, quatro oferecem 6º ao 9º ano com escolas próprias, totalizando 18 escolas no estado: Curitiba, com as 11 unidades que a Prefeitura agora pretende fechar; Francisco Beltrão, no sudoeste, com cinco (Basílio Tiecher, Deni L. Schwartz, Epitácio Pessoa, Juscelino Kubitschek e Parigot de Souza); Morretes, no litoral, com a Escola Municipal Professora Desauda Barroso da Costa Pinto; e Guarapuava, no centro-sul, com a Escola Municipal Professor Carlos Maack, que opera em turmas multisseriadas abrangendo também os anos iniciais.
Curitiba, portanto, não é "a única". É a capital de um estado em que outras três cidades mantêm a mesma oferta. E é a maior desse grupo — justamente por isso o impacto de desmontar o modelo em Curitiba é maior do que seria em qualquer um dos outros três municípios. Pelo IDEB 2025, as 11 escolas de Curitiba têm média de 5,41 nos anos finais e 6,83 nos anos iniciais, muito acima da média nacional das redes municipais (4,83 nos anos finais, 6,22 nos anos iniciais). Ou seja: o modelo que a Prefeitura trata como anomalia é, pelos indicadores, superior ao padrão que a mudança propõe adotar — eliminar os 6º a 9º municipais e deixar o atendimento inteiramente a cargo do Estado, como fazem os outros 395 municípios paranaenses.
Argumento 2 — "A transferência vai liberar espaço para creche onde há fila de 0 a 3 anos"
A justificativa pública mais sensível é a de que os prédios das 11 escolas serão convertidos em espaços de educação infantil para enfrentar a fila de 0 a 3 anos. Pela resposta da SME ao pedido de informação 062.01191/2026, apresentado pela vereadora Giorgia Prates em julho de 2026, a fila de espera por vaga de creche em Curitiba na data de 6 de julho era de 5.033 crianças. A distribuição regional, informada por berçário e maternal, mostra um descompasso quase perfeito com a localização das 11 escolas afetadas.
A regional Tatuquara concentra 1.339 crianças na fila (26,6% do total da cidade) e não terá nenhuma das 11 escolas esvaziadas. Pinheirinho tem 476 na fila e também nenhuma escola afetada. Santa Felicidade, 365, nenhuma. Boqueirão, 302, nenhuma. Somadas, essas quatro regionais concentram 2.482 crianças da fila — 49% do total da cidade — e não receberão nenhum prédio liberado pela medida.
Onde a Prefeitura efetivamente vai mexer, nem sempre há fila. A regional Cajuru, que terá duas das 11 escolas esvaziadas — Durival Britto e Silva e Omar Sabbag, juntas com 194 crianças no 6º ano em 2025 —, tem uma fila regional de apenas 150 crianças, a terceira menor da cidade.
Onde o volume da fila justificaria o espaço — a regional CIC, com 1.051 crianças à espera —, há três das 11 escolas sendo esvaziadas (Albert Schweitzer, Cândido Portinari e São Miguel). Mas 745 dessas 1.051 crianças, o equivalente a 71% da fila regional, são de berçário (0 a 2 anos). Converter uma sala de 6º ano em berçário não é uma realocação administrativa — é uma reforma estrutural. A Resolução SESA nº 162/2005, que regula capacidade de ambientes educacionais pela Vigilância Sanitária do Paraná, exige 2,20 m² por criança no berçário, contra 1,50 m²/criança em turmas de 2 a 5 anos. Fraldário, lactário, piso emborrachado e cozinha com estrutura para dieta de lactentes são exigências próprias. Em resposta à vereadora Giorgia Prates no PI 062.01174/2026, a Coordenadoria de Obras e Projetos da SME afirmou, textualmente, que não há "projeto ou cronograma definido" para ampliação de unidades correlatas na mesma regional — informação dada em julho de 2026, sobre o CMEI Fazendinha, mas que vale como padrão de resposta da gestão sobre expansão física da rede.
Mesmo que a conversão fosse viável — e aqui a aritmética máxima da promessa é generosa com a Prefeitura —, as 11 escolas somam 113 turmas de anos finais com 3.706 alunos. Se todas as salas fossem transformadas em espaço de educação infantil, com a razão aluno/sala respeitando o teto legal para berçário, o resultado estaria em torno de 2.000 vagas 0-3 — todas concentradas em CIC, Cajuru, Pilarzinho, Portão, Novo Mundo, Barreirinha e Sítio Cercado. Sobre a fila atual, isso é menos de 40% da demanda, e deixa Tatuquara, Pinheirinho, Santa Felicidade e Boqueirão exatamente como estão hoje.
Argumento 3 — "Não haverá perda pedagógica na troca das municipais pelas estaduais"
Esta é a justificativa que apela ao mérito. Pelo IDEB 2025 — publicado em setembro de 2026 pelo Inep —, as 11 escolas afetadas têm desempenho superior à média nacional das redes municipais, com variação individual importante.
Nos anos iniciais (prova aplicada ao 5º ano, última série antes do remanejamento), a média das 11 escolas é de 6,83. Cinco unidades estão acima de 7,0: Maria Clara Brandão Tesserolli, no Novo Mundo, com IDEB 7,6; Omar Sabbag, no Cajuru, com 7,3; São Miguel, na CIC, com 7,2; Herley Mehl, no Pilarzinho, com 7,0; e Papa João XXIII, no Portão, com 6,9. Essa é a nota que mede a formação da criança que, pela decisão da Prefeitura, não terá a continuidade garantida na mesma rede.
Nos anos finais (prova aplicada ao 9º ano), a média das 11 é 5,41 — acima da média nacional das redes municipais (4,83) e muito próxima da média da rede estadual do Paraná em Curitiba, que foi uma das melhores do país no ciclo. Durival Britto e Silva (5,6), Julia Di Lenna (5,7) e Maria Clara Tesserolli (5,7) estão acima da média da rede estadual do PR em Curitiba.
A reportagem cruzou essas notas com o IDEB 2025 anos finais de cada escola estadual com 6º ano em um raio de 3 km das 11 unidades afetadas — usando a latitude e longitude oficial publicada no Censo 2025. Em oito das 11 municipais, a escola estadual mais próxima tem IDEB igual ou menor que a municipal. Em cinco delas — Durival Britto, Papa João XXIII, Julia Di Lenna, Omar Sabbag e São Miguel —, o estudante é redirecionado para uma estadual com nota menor. Em Cândido Portinari, o IDEB é idêntico.
Os pares mais sensíveis estão no Cajuru. A Omar Sabbag, com IDEB anos iniciais 7,3 e anos finais 5,3, aponta para a estadual Natalia Reginato (a 515 metros, IDEB 5,0) como receptora mais próxima. A Durival Britto, com IDEB anos finais 5,6, aponta para a mesma Natalia Reginato (a 851 metros, IDEB 5,0). A segunda estadual mais próxima das duas é a Olivio Belich, também com IDEB 5,0. Em São Miguel, a segunda estadual mais próxima — a 1,2 km — é a Protásio de Carvalho, com IDEB 4,8: a pior nota entre todas as estaduais do entorno das 11 unidades afetadas.
A trajetória esperada entre anos iniciais e anos finais, no desenho do próprio Inep, é de manutenção ou melhora da nota. Em Omar Sabbag → Natalia Reginato, a diferença entre o 5º ano municipal e o 9º ano estadual seria de 2,3 pontos no IDEB. Em Maria Clara Tesserolli → João de Oliveira Franco, de 1,7. Em Herley Mehl → Bento Rocha Neto, de 1,5. Nenhuma dessas quedas foi apresentada como consequência previsível da medida pela Prefeitura.
Argumento 4 — "Não haverá maior deslocamento para as famílias"
A SME tem repetido que a mudança não aumenta a distância que as famílias percorrem — tese que, novamente, não resiste ao cruzamento geográfico. Em quatro das 11 escolas — Herley Mehl, Maria Clara Tesserolli, São Miguel e Julia Di Lenna —, todas as três estaduais mais próximas estão a mais de 1 quilômetro em linha reta.
A Herley Mehl, no Pilarzinho, é o caso mais crítico. A estadual mais próxima, Bento Rocha Neto, está a 1.007 metros. A segunda, Ernani Vidal, no São Lourenço, a 1.639 metros — já em outro bairro. A terceira, Sebastião Saporski, no Taboão, a 1.710 metros — em um terceiro bairro. Para boa parte das crianças que hoje estudam a cinco minutos a pé da residência, a transição significa cruzar duas vias arteriais, pegar linha de ônibus ou depender de carona.
Em São Miguel, na CIC, a estadual mais próxima está a 1.224 metros. Em Maria Clara Tesserolli, a 1.055 metros. Em Julia Di Lenna, no Barreirinha, a 1.093 metros. Em dois casos — Herley Mehl e São Miguel —, a média da distância das três estaduais mais próximas supera 1,4 km. Para estudantes do 6º ano, com 10 ou 11 anos, isso é a linha divisória operacional entre caminhar e precisar de transporte diário.
Não há, até o fechamento desta reportagem, programa anunciado de transporte escolar municipal ou estadual para absorver esse deslocamento. A SME também não apresentou plano de mitigação específica para crianças com deficiência, transtorno do espectro autista ou altas habilidades matriculadas nessas 11 unidades, cuja mobilidade e vínculo pedagógico são especialmente sensíveis à mudança de rede e de endereço. Em reunião na última quinta-feira com pais da regional CIC, o secretário Paulo Schmidt disse que analisará "caso a caso".
Argumento 5 — "A rede estadual tem vagas de 6º ano para absorver todos os alunos"
A afirmação só funciona na agregação total. Na granularidade geográfica, não funciona. O cruzamento mais evidente é o Cajuru. As duas municipais afetadas na regional — Durival Britto e Silva e Omar Sabbag — somam 194 crianças matriculadas no 6º ano em 2025, segundo o Censo. As duas apontam para o mesmo trio de estaduais mais próximas: Natalia Reginato (a 851 m da Durival Britto e 515 m da Omar Sabbag), Olivio Belich (1.348 m e 1.193 m) e Julio Mesquita (1.573 m e 1.236 m).
A Natalia Reginato, hoje, tem três turmas de 6º ano com 50 alunos matriculados — média de 17 alunos por turma. A Olivio Belich tem três turmas e 62 alunos. A Julio Mesquita, três turmas e 79 alunos. Para absorver as 194 crianças das duas municipais que vão fechar, a Natalia Reginato precisaria quadruplicar sua entrada de 6º ano em um único ciclo — o que exige obra para abertura de novas salas, concurso ou contratação de novos professores, redimensionamento de refeitório, pátio e material pedagógico. Nenhuma dessas providências foi anunciada publicamente.
A matemática do estado em outras regionais é parecida. No Pilarzinho, a Bento Rocha Neto tem duas turmas e 32 alunos no 6º — se receber os 62 da Herley Mehl, a entrada do colégio quase triplica. No Sítio Cercado, a Inez Vicente Borocz tem cinco turmas e 143 alunos no 6º; receber os 70 do Novo CAIC somaria 213 alunos (acréscimo de 49%). No Barreirinha, a Maria P. Martins tem três turmas e 81 alunos; os 102 do Julia Di Lenna, somados, extrapolam a capacidade atual.
A SME pode responder, argumentando que a transição é gradativa e que novas turmas serão abertas a cada ano. É um argumento legítimo em tese, mas a Prefeitura ainda não apresentou o plano operacional dessa expansão: quantas turmas serão abertas por ano, em quais colégios, com que custo e com que recomposição de quadro de pessoal. O período de matrícula para 2027 começa em novembro de 2026 — ou seja, em menos de 30 dias as famílias precisam saber onde seus filhos vão estudar sem que a Seed-PR tenha publicado uma única resolução oficial sobre expansão específica para absorver essa demanda.
Argumento 6 — "A decisão foi tomada com diálogo com a comunidade escolar"
É o argumento mais confrontável pelos próprios documentos oficiais. Em 19 de outubro de 2026, a vereadora Camilla Gonda (PT) apresentou o pedido de informação 062.01738/2026 à Secretaria Municipal da Educação, com 30 perguntas detalhadas sobre a reorganização da oferta de anos finais na rede municipal, incluindo quesitos específicos sobre as 11 escolas afetadas, os impactos sobre estudantes com deficiência, o destino dos projetos de robótica e tempo integral, a capacidade das estaduais do entorno e o cronograma da transição.
A resposta da SME, encaminhada à Câmara Municipal, foi apresentada em um único parágrafo: "esta Secretaria Municipal da Educação está realizando estudos e análises acerca da organização da oferta educacional dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano). Ressaltamos que, até o presente momento, não há decisão administrativa formalizada quanto à redução, ao encerramento ou à transferência dessa oferta para a Rede Estadual de Ensino". Nove dias depois, no entanto, a própria SME publicou em seu portal uma notícia confirmando a "transição" para 2027.
Durante o período entre a resposta e o anúncio, famílias e profissionais da educação ouvidos pela reportagem relataram que a secretaria havia convocado representantes das 11 escolas em uma reunião reservada, em que a decisão foi comunicada como já pactuada. Houve, segundo esses relatos, orientação explícita para que a informação não fosse repassada à comunidade escolar — o que explica, por exemplo, o fato de que, ao buscarem informação por meio do canal 1.56, famílias eram redirecionadas de volta às próprias escolas, que respondiam que "não havia nada definido".
Até o fechamento desta edição, nem o Conselho Municipal de Educação nem os conselhos de escola das 11 unidades foram consultados formalmente sobre a mudança. Não houve audiência pública. Não houve estudo de impacto apresentado à Câmara Municipal. Não houve consulta à Seed-PR com dado documental sobre a capacidade real de absorção pela rede estadual nas regionais afetadas.
Chamar o que ocorreu até aqui de "diálogo", portanto, é uma escolha vocabular que o próprio percurso administrativo da decisão desmonta.
O prêmio das 11
As 11 escolas afetadas não são escolhas aleatórias dentro da rede municipal de Curitiba. Pelo IDEB 2025 anos iniciais, estão entre as melhores do país no segmento — com cinco acima de 7,0 e nenhuma abaixo de 6,0. Pelo IDEB anos finais, entregam 5,41 em média, com Durival Britto, Julia Di Lenna e Maria Clara Tesserolli acima da média estadual.
Mais do que isso: boa parte delas é referência de projetos pedagógicos que a própria Prefeitura exibe em suas peças de comunicação. Em setembro de 2025, o prefeito Eduardo Pimentel recebeu no Palácio 29 de Março professores e estudantes de quatro delas que foram ao Torneio Internacional de Robótica no Chile — Erasmo Pilotto, Herley Mehl, CAIC Cândido Portinari e Albert Schweitzer. Omar Sabbag ficou em primeiro lugar e Papa João XXIII em terceiro no Torneio Brasil de Robótica, no Parque Barigui, no mês anterior. No amistoso promovido pelo Colégio Estadual do Paraná, Herley Mehl, Julia Di Lenna e Papa João XXIII subiram ao pódio. Sete das 11 escolas que serão esvaziadas são as mesmas que foram usadas, há pouco mais de um ano, como vitrine de uma política de robótica educacional que recebeu R$ 198 mil de investimento somente entre janeiro e julho de 2025.
O destino desse ecossistema — laboratórios instalados, professores formados, equipes competitivas, parcerias firmadas — não aparece em nenhum dos seis argumentos oficiais da Prefeitura para a decisão. A transferência para a rede estadual, cuja oferta de robótica em Curitiba não equivale à da rede municipal, é tratada como se fosse um deslocamento de matrícula administrativamente neutro. Os dados do Censo, do IDEB e dos próprios pedidos de informação respondidos pela SME mostram que não é.
Como esta reportagem foi produzida. As matrículas por escola e por série e o número de turmas, bem como a localização geográfica das escolas, foram extraídos dos microdados do Censo Escolar 2025 do Inep, publicados em julho de 2026. As notas de IDEB — tanto anos iniciais quanto anos finais — vêm da divulgação do Inep de setembro de 2026. As coordenadas geográficas (latitude e longitude) saem da Tabela_Escola_2025 do próprio Censo, variável que o Inep passou a publicar pela primeira vez nesta edição; as distâncias entre municipais e estaduais foram calculadas em linha reta pela fórmula de Haversine, de modo que o "raio de 3 km" referido no texto corresponde à distância geodésica, não ao trajeto efetivo por via. Os dados de fila de creche por regional vêm da Informação nº 450/2026 da SME, encaminhada à Câmara Municipal em resposta ao pedido de informação 062.01191/2026 da vereadora Giorgia Prates (Mandata Preta), com data-base de 6 de julho de 2026. O argumento de que Curitiba é o único município do PR com oferta municipal de anos finais foi conferido escola a escola nos microdados: dos 399 municípios paranaenses com rede municipal, quatro mantêm essa oferta em 2025 — Curitiba (11 escolas), Francisco Beltrão (5), Guarapuava (1) e Morretes (1), somando 18 unidades. A reportagem procurou a SME e, até o fechamento desta edição, não havia obtido resposta além do parágrafo encaminhado à Câmara Municipal em resposta ao PI 062.01738/2026 da vereadora Camilla Gonda (PT).