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NYT mostra como grupo de dança anticomunista que se apresentou em Curitiba enriqueceu

Shen Yun, ligado à Falun Gong, se apresentou em Curitiba nos últimos dois anos

NYT mostra como grupo de dança anticomunista que se apresentou em Curitiba enriqueceu
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O Shen Yun, grupo de dança formado por dissidentes chineses e que viaja o mundo denunciando o regime comunista chinês, enriqueceu com uma velocidade impressionante, segundo reportagem publicada nesta semana no New York Times. E, de acordo com as investigações do jornal, isso teria ocorrido em parte com o uso de fé religiosa para que as pessoas trabalhem a baixo custo para o grupo.

Com várias trupes espalhadas pelo mundo, o Shen Yun fez apresentações de seus espetáculos em Curitiba nos últimos dois anos, no Teatro Guaíra. Os shows mostram como era a China antes do comunismo e depois passam a denunciar práticas bizarras que são atribuídas ao governo chinês de hoje.

A trupe foi formada pela Falun Gong, uma seita banida da China e que encontrou terreno fértil entre expatriados nos Estados Unidos. O que a investigação do NYT revela é que hoje o grupo tem um patrimônio de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, um valor que cresce a taxas espantosas.

Entre os pontos revelados pela reportagem estão o uso da religião para recrutar voluntários e a transferência ilegal de recursos entre países, narrada por ex-integrantes do Shen Yun - a suspeita é de que o grupo tenta evitar o pagamento de impostos.

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