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Adoção ainda na barriga deve ficar mais comum no Paraná

Escrito por Rogerio Galindo
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Cartazes para alertar sobre a possibilidade de adoção de bebês, mesmo em gestação, devem virar obrigatórios nas unidades públicas de saúde. O projeto de autoria do deputado Evandro Araújo (PSC) foi aprovado em redação final e segue para sanção do governador Ratinho Júnior (PSD). A proposta visa esclarecer às famílias de que a adoção de nascituros é legal e sigilosa.

O procedimento está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. As mães que manifestem interesse em entregar os filhos para adoção deverão receber o apoio da Justiça da Infância e da Juventude. A justificativa para o projeto é não apenas estimular a adoção dessas crianças, mas também seria de evitar a realização do abandono ou de abortos.

Com isso, a iniciativa buscaria conscientizar e informar os pais de que caso não queiram permanecer com a criança, não coloquem suas vidas em risco e as entreguem para a adoção. De acordo com o autor, também seriam necessários a criação de campanhas e programas de atendimento às gestantes ou mães que não se sintam com condições de criar seus filhos. Esse acompanhamento deverá ser realizado por uma equipe de psicólogos da Vara da Infância e da Juventude.

Para o deputado Evandro Araújo, muitas mulheres desconhecem as regras da legislação atual, e isso faz com que elas coloquem suas vidas e a de seus bebês em risco. Segundo ele, o ponto mais importante do projeto é a informação. O governador tem 15 dias úteis para aprovar ou vetar a proposta aprovada, eles são contados a partir do momento em que o texto final aprovado é recebido.

“Meu nome não é esse, tia”

 

Sobre o autor

Rogerio Galindo

Rogerio W. Galindo é jornalista e tradutor. Responsável pelo blog Caixa Zero, é um dos profissionais que criaram o Plural.jor.br

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