Pular para o conteúdo

Quando eu encontrar

Leia o poema semanal de Oneide Diedrich para o Plural

Quando eu encontrar
Ilustração: Benett
Publicado em:

Quando encontrar a rima
Hei de andar por aí
Cantando um verso que não tem fim
Vou contemplar e amar a poesia
Nas noites, madrugadas e de manhã
Assim que a dita chegar
Serão intermináveis as consonâncias
Será um convite para a valsa
Ou qualquer outro tipo de baile

E quando enfim ela chegar
Vou exagerar de tanto rimar

Vou cantar gritar, chorar
Na eminência da obra prima

Será uma rima que não termina
Uma poesia pra cada dia
A consonância pra toda dança

Quando enfim ela chegar
Assim que a rima eu encontrar

Newsletter

Um capítulo por domingo, direto no seu e-mail

O folhetim do Plural — ficção seriada de Curitiba, sem custo e sem intervalo.

Sem spam. Você pode cancelar quando quiser.

Falta um passo

Enviamos um link para o seu e-mail. Clique nele para confirmar o cadastro.

Não conseguimos concluir agora. Tente de novo em instantes.

Oneide Diedrich

Oneide Diedrich

Psicanalista, vocalista das bandas Pelebrói não sei e Chinelada

Todas as reportagens

Mais em Cronicas

Ver todos
Patinação no gelo: o fogo de Prometeu

Patinação no gelo: o fogo de Prometeu

/

Mais de Oneide Diedrich

Ver todos