O candidato ao Senado Alexandre Curi (PSD) foi um dos que optaram por economizar no pagamento a artistas locais na hora de fazer campanha. Ao invés de contratar músicos para fazer seu jingle e as vinhetas do horário eleitoral gratuito, Curi preferiu usar Inteligência Artificial para gerar as músicas.
O uso de inteligência artificial, embora não seja proibido, é duramente criticado pela classe artística, uma vez que os softwares não "criam" nada do zero - simplesmente se apropriam de material já feito por humanos. Ou seja, as músicas não surgem do nada, são feitas a partir de matéria-prima de artistas reais que, apesar disso, não recebem nada por seu trabalho e não têm nenhum direito autoral garantido - sequer são citados no material final.
O Plural procurou a assessoria do candidato para que Curi comentasse o fato. A resposta foi meramente que o uso de IA barateia a campanha.