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Greve nas universidades federais do Paraná completa 50 dias com mobilização nacional e ato em Curitiba

Técnico-administrativos realizam ato pelas ruas do centro de Curitiba nesta quinta-feira (16)

Greve nas universidades federais do Paraná completa 50 dias com mobilização nacional e ato em Curitiba
Prédio Histórico da UFPR. Foto: Marcos Solivan

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Paraná (Sinditest-PR), o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica, Técnica e Tecnológica do Estado do Paraná (SINDIEDUTEC), e o  Comando Estadual de Greve (CEG) organizam uma mobilização para esta quinta-feira (16), em Curitiba. Na capital paranaense, haverá uma assembleia no pátio da Reitoria da UFPR, seguida de um ato pelas ruas do centro em adesão ao movimento nacional que ocorre simultaneamente em Brasília.

Na manhã desta quarta-feira (15), uma caravana formada por trabalhadores técnico-administrativos em educação (TAEs) da UFPR, UTFPR e UNILA partiu para Brasília para integrar a mobilização em defesa dos direitos da categoria.

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A greve dos técnico-administrativos da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e da Superintendência do Complexo Hospital de Clínicas (CHC) começou em 3 de março, motivada pelo não cumprimento do acordo firmado em 2024 com o governo federal. “O governo insiste em dizer que cumpriu todos os itens pautados em 2024, mas a categoria não reconhece isso. Até o momento não houve abertura de negociações oficiais. Por isso o movimento grevista realiza atos para pressionar o governo a reconhecer a mobilização e sentar à mesa de negociação”, explica Ivandenir Pereira, responsável pela Coordenação de Assuntos Jurídicos e Relações de Trabalho do Sinditest-PR.

Sem prazo para encerramento, os servidores afirmam que a greve não prejudicou serviços essenciais e só será finalizada após novas reuniões com o governo federal. “A nossa greve continua. Esperamos que o governo abandone sua postura de intransigência e dialogue com o movimento, para que possamos retomar nossas atividades normais. A greve é o último recurso de luta do movimento sindical”, afirma Pereira.

Entre as principais reivindicações estão:

Nos itens referentes ao RSC e às atribuições, a Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNS) do MEC já cumpriu sua parte, mas os processos seguem paralisados por falta de regulamentação do Governo Federal.

Serviço

Assembleia e Ato dos TAEs
16 de abril (quinta-feira)
Local de Concentração: Pátio da Reitoria da UFPR
1ª chamada da Assembleia - 8h30
2ª chamada da Assembleia - 9h00
Saída da marcha às 10h00
Percurso da Marcha: Pátio da Reitoria ➔ Rua XV de Novembro ➔ MGI (Rua Marechal Deodoro esq. com João Negrão)

Julia Sobkowiak

Julia Sobkowiak

Formada em jornalismo pela PUCPR.

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