O incêndio que destruiu o bloco azul e o teatro Tuca, na PUC, em Curitiba, completou um ano esta semana e a previsão é de que o novo espaço seja reconstruído até 2027, conforme informou a universidade. O novo projeto adota sustentabilidade como modelo e o espaço vai abrigar a Escola de Belas Artes.
O incêndio ocorrido no ano passado suspendeu as aulas e levou doze horas para ser controlado. O acidente fez com que a instituição antecipasse o Plano Diretor de Infraestrutura para reformar e reconstruir o que foi danificado.
O reitor da PUC, irmão Rogério Renato Mateucci, fala em reconstrução “de sonhos”. “Estamos projetando um futuro de ensino-aprendizagem ainda mais dinâmico e inovador"”, completa.
O projeto é do escritório Arquea e de acordo com a PUC “preserva o espírito do edifício original” projetado por Manoel Coelho. A estrutura de concreto, que permaneceu intacta após o incêndio, será reaproveitada, e a reconstrução priorizará materiais sustentáveis, como a madeira laminada.

Além da escola de Belas Artes, o bloco agora também vai abrigar o LabCom e o Laboratório de Modelos (Maquetaria). O pátio interno será ampliado e reconfigurado como espaço de convivência.
O Teatro TUCA vai preservar sua localização original, com nova escala: capacidade ampliada, visibilidade aprimorada, palco maior com abertura reversível para o exterior.
O novo edifício seguirá os critérios do selo LEED, priorizando eficiência energética, reuso de água e climatização adequada, segundo o projeto.
