Em Campina Grande do Sul, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), uma operação resultou na apreensão de 10 mil litros de vinho falsificado. Além disso, foram aprendidos outros produtos que indicaram a falsificação. A marca do vinho não foi divulgada.
A operação envolveu membros do Ministério da Agricultura (Mapa), Polícia Civil (PC) e Polícia Militar (PM) e culminou na apreensão de 800 caixas do produto. As equipes encontraram ainda corantes, conservantes, aromatizantes e açúcar, substâncias proibidas na produção de vinho, o que indicou a adulteração do produto.
O Mapa coletou amostras das bebidas e do álcool para análise. O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Hugo Caruso, destacou a relevância da atuação integrada entre os órgãos. “O combate às fraudes é essencial para garantir que os alimentos e bebidas que chegam à mesa do consumidor sejam seguros e de qualidade,” disse.
Más condições
Conforme o chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná, Fernando Mendes, o local onde as bebidas eram fabricadas havia má higiene: acúmulo de sujeira e presença de odor de fezes próximo à área de envase. O proprietário não possuía nota fiscal ou autorização para a fabricação.
Consumidores, ao adquirirem rótulos, devem ficar atentos às identificações dos responsáveis e aos selos do Mapa, para evitar exposição a produtos que podem causar problemas de saúde.
A operação foi registrada no último dia 27 de setembro e o resultado da análise em laboratório ainda não foi divulgado.