Segundo o MP, Josué de Oliveira Kersten e os outros condenados operavam um esquema de corrupção, exigindo de servidores comissionados parte de seus salários
A investigação começou após denúncia anônima apontar que a inércia da comissão estaria travando de forma proposital a aposentadoria de servidoras e forçando a caducidade de apurações graves, como o uso de atestados médicos falsos.