Entre as irregularidades apontadas pela Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público estão a forma de seleção das empresas, a ausência da descrição de custos e a possiblidade de contratação de professores
No ano passado, 23 mulheres com cargos públicos foram vítimas de ataques que incluíam intimidação, manipulação de imagens, racismo e ameaças de “estupro corretivo” e morte