O poema dominical desta semana é em homenagem ao grande camisa 10 do Flamengo.
Zico
Zico meteórico, Camisa dez histórico. No bairro Quintino, Antiga fazenda do campinho.
No dia três de março, Nasce no Rio de Janeiro. O goleador brasileiro, Nosso Galinho
Jogador do mundo inteiro, De traço rubro-negro. Na escolinha do Mengão, Fazia arte na direção ao gol.
Nosso Zicooo! Camisa dez histórico. Ele marca, ele dribla, Ele ginga e se o derruba.
Na falta ele brilha, Da torcida os abraços. Nos seus pés os golaços, Encantando
Uma nação de muitas cores
Arthur Antunes, Que rufem os tambores! Zico, goleador histórico, Jogando no Flamengo, Fez do Maracanã seu templo. Fez de seus chutes o vento, Que estufa o gol e o tempo.
Na seleção brasileira, Defendeu nossa bandeira. Com graça e raça guerreira, Salve Zico, amado brasileiro
Em 4 minutos de apresentação, o casal voa pelos ares. Gira, salta, dança, sincronizado como um para-brisas. Todos os movimentos são perfeitos. Nenhum desequilíbrio. Nenhuma hesitação. Nenhum deslize a não ser o dos patins sulcando o gelo sem ruído
Serviços de carona têm se mostrado cada vez mais importantes na conexão de pequenas cidades. A plataforma também integra ônibus em uma solução multimodal que amplia o acesso à mobilidade e fortalece a conectividade regional
A MOMO estreia movimentando a cena cultural e em seu portfolio conta com nomes como o escritor Caetano W. Galindo e o fotógrafo premiado internacionalmente André Tezza