Onde Lia se parte e se refaz
Andrei Moscheto imagina uma entrevista com um ministro num país imaginário
Era um fim de tarde e fazia calor, então escolhemos, como de costume, passear por ali, onde é mais fresco e agradável
Um filme com finais para todos os gostos
Os lambaris raramente vinham, porque eu geralmente era incapaz de colocar uma minhoca no anzol da forma adequada
Um texto sobre a loucura da censura e de governos autoritários
Onde Lia celebra o ano novo
Onde Lia tem de lidar com ser Lia
O homem que diz ser filho de Deus é o primeiro entrevistado de O Breve Verbo
Se, no sebo, ao folhear o livro pensei em Leminski, Drummond e Lorca, agora vejo-os citados no livro
Você acha que as pessoas escrevem essas coisas para lembrarem a si mesmos dos preconceitos inerentes ao uso de linguagem?