Os caras chegaram pra me cobrar.
Eu não tinha a grana.
Então pague com serviço, disse um deles.
Que tipo de serviço, eu quis saber.
Apague o Ramón pra nós.
E se eu não fizer, provoquei.
Aí quem vira presunto é você, apontou a arma pra mim.
Ok, eu faço, me resignei e completei, só tem um problema.
Qual, quis saber o Feioso.
É que eu não tenho uma arma, respondi.
Púlia, dá uma arma pro rapaz.
Aí o Púlia me deu a arma.
Tá carregada, perguntei.
Ele riu, meio débil: claro que tá carregada.
Então dei dois tiros, um no pescoço do Púlia e outro na fuça do Feioso.
Pague com serviço
Sobre por que você não deve dar uma arma carregada para um matador profissional
Continue lendo
Este conteúdo é gratuito. Cadastre-se para ler.
O Plural é jornalismo independente de Curitiba. Para acessar todas as reportagens, pedimos apenas seu e-mail — sem custo.
Sem spam. Você pode cancelar quando quiser. Já tem cadastro? Entrar
Pronto — boa leitura
Confirme pelo link que enviamos ao seu e-mail para não perder o acesso.
Não conseguimos concluir agora. Tente de novo em instantes.
Newsletter
Um capítulo por domingo, direto no seu e-mail
O folhetim do Plural — ficção seriada de Curitiba, sem custo e sem intervalo.
Sem spam. Você pode cancelar quando quiser.
Falta um passo
Enviamos um link para o seu e-mail. Clique nele para confirmar o cadastro.
Não conseguimos concluir agora. Tente de novo em instantes.