Monyca Ferreira (PODE) é candidata em 2026 — disputa uma vaga de deputada estadual do Rio Grande do Sul, com o número 20420. Ela tem 47 anos e tem escolaridade ensino médio incompleto. Declara-se do gênero feminino e de cor/raça branca, e é solteira. Natural de São Gabriel (RS), nasceu em 1979.
Ao todo, 542 candidatos disputam as 55 vagas na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em 2026.
É a primeira vez que ela disputa uma eleição.
Ficha do candidato
Cargo em 2026
Deputado Estadual
Partido
PODE — nº 20420
Federação/Coligação
Partido Isolado
Situação da candidatura
Deferido
Nome completo
Monica Ferreira das Chagas
Nascimento
São Gabriel (RS) · 12/06/1979 (47 anos)
Gênero
Feminino
Cor/raça
Branca
Estado civil
Solteiro
Escolaridade
Ensino Médio Incompleto
Eleições disputadas
1
Vezes eleito
0
Financiamento de campanha 2026
Total captado
R$ 32 mil
Total gasto (contratado)
R$ 17 mil
Prestação de contas parcial ao TSE, atualizada em 30/09/2026. Os valores mudam ao longo da campanha.
Doadores e gastos — detalhamento
No que gastou — por categoria
Despesas com pessoal
R$ 12 mil · 72%
Doações financeiras a outros candidatos/partidos
R$ 5 mil · 28%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito
R$ 1,50 · 0%
Principais fornecedores (empresas)
Fornecedor
Valor
Categoria
De quem é (sócios)
Luis Augusto Bringmann
R$ 5 mil
Doações financeiras a outros candidatos/partidos
Eleicao 2026 Luis Augusto Bringmann Deputado Federal
Doadores pessoas físicas cruzados com o quadro de sócios da Receita Federal; empresas fornecedoras identificadas por CNPJ. Vínculos societários podem estar desatualizados. Prestação parcial ao TSE (30/09/2026).
Na Justiça Eleitoral
Monyca Ferreira figura em 2 processo(s) na Justiça Eleitoral em 2026 — autor (polo ativo) em 2.
Autor (polo ativo)
Cargo - Deputado Estadual Prestação De Contas Eleitorais · decisão: Não informado · ver processo
Autor (polo ativo)
Registro de Candidatura - RRC - Candidato Registro De Candidatura · decisão: Decisão · ver processo
Fonte: processos eleitorais do TSE (Dados Abertos, 2026). Figurar como parte — sobretudo em registro de candidatura ou em representações sobre propaganda — não significa condenação; vigora a presunção de inocência. O “polo passivo” indica quem responde à ação; o “polo ativo”, quem a propôs.
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