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Marcelo Carlos de Moura Bastos

Conheça melhor Marcelo Carlos de Moura Bastos, que disputa em 2026 uma vaga de deputado federal da Bahia.

Por Robô
Marcelo Carlos de Moura Bastos
Publicado em:
Marcelo do Cupim
Marcelo do Cupim · foto da Justiça Eleitoral

Marcelo do Cupim (PL) é candidato em 2026 — disputa uma vaga de deputado federal da Bahia, com o número 2262. Ele tem 58 anos, declara a profissão de empresário e tem escolaridade ensino médio incompleto. Declara-se do gênero masculino e de cor/raça branca, e é solteiro. Natural de Salvador (BA), nasceu em 1968. É indígena da etnia Não Informada.

Ao todo, 530 candidatos disputam as 39 vagas da Bahia na Câmara dos Deputados em 2026.

Estreou nas urnas em 2014, disputou uma vaga de deputado estadual da Bahia pelo PTC e ficou na suplência, com 941 votos. Em 2016, disputou uma vaga na Câmara Municipal de Salvador pelo PSDB e ficou na suplência, com 500 votos (havia trocado de partido). Em 2020, disputou uma vaga na Câmara Municipal de Salvador pelo PSDB e ficou na suplência, com 310 votos.

Somadas as 3 campanhas com prestação de contas, arrecadou R$ 3 mil e gastou R$ 2 mil. A campanha mais cara foi a de 2014, com R$ 2 mil em despesas (R$ 2,31 por voto).

No registro de 2020, declarou patrimônio de R$ 10 mil — queda de 46% frente aos R$ 18 mil declarados em 2014.

Ficha do candidato
Cargo em 2026
Deputado Federal
Partido
PL — nº 2262
Federação/Coligação
Partido Isolado
Situação da candidatura
Deferido
Nome completo
Marcelo Carlos de Moura Bastos
Nascimento
Salvador (BA) · 11/01/1968 (58 anos)
Gênero
Masculino
Cor/raça
Branca
Estado civil
Solteiro
Escolaridade
Ensino Médio Incompleto
Profissão
Empresário
Identidade
Indígena (Não Informada)
Eleições disputadas
4
Vezes eleito
0

Na Justiça Eleitoral

Marcelo do Cupim figura em 1 processo(s) na Justiça Eleitoral em 2026 — autor (polo ativo) em 1.
Autor (polo ativo)Registro de Candidatura - RRC - Candidato
Registro De Candidatura · decisão: Decisão · ver processo
Fonte: processos eleitorais do TSE (Dados Abertos, 2026). Figurar como parte — sobretudo em registro de candidatura ou em representações sobre propaganda — não significa condenação; vigora a presunção de inocência. O “polo passivo” indica quem responde à ação; o “polo ativo”, quem a propôs.

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