O caso teve início com uma denúncia do MPPR contra o padre, após uma jovem de 20 anos acusá-lo de abuso durante uma oração na igreja em fevereiro de 2022. Ele teria tocado indevidamente a vítima enquanto os presentes estavam de olhos fechados.
Decisão afirma que Município teve quase um ano para apresentar fundamentos do ato e não cumpriu o ônus da prova; caso também é investigado por CPI na Câmara