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Estreia em Curitiba "Dalton Trevisan, que tinha um cachorro", com Denise Stoklos e direção de Alessandra Maestrini

O espetáculo é baseado em um dos textos considerados mais pessoais do autor, sobre a morte de seu cão. As sessões são nesta sexta-feira e sábado (21 e 22), no Guairinha

 “Dalton Trevisan, que tinha um Cachorro”, com Denise Stoklos, estreiou nacionalmente na Flip e agora faz curta temporada em Curitiba. (Foto: Divulgação.)
“Dalton Trevisan, que tinha um Cachorro”, com Denise Stoklos, estreiou nacionalmente na Flip e agora faz curta temporada em Curitiba. (Foto: Divulgação.)
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Após estreia nacional na Flip, chega a Curitiba o novo espetáculo de Denise Stoklos com direção de Alessandra Maestrini, "Dalton Trevisan, que tinha um cachorro", inspirado em um dos textos considerados mais pessoais do autor, sobre a morte de seu cão. As sessões são nesta sexta-feira e sábado (21 e 22), às 20h, no Guairinha. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 60 (meia-entrada/balcão) pelo Disk Ingressos.

A montagem nasceu da vontade de Denise de levar ao palco alguns contos do escritor. Ela chegou a manifestar seu desejo para Dalton em uma carta, enviada no ano de 2012 e que jamais foi respondida. A ideia inicial era encenar alguns dos textos de alguma maneira inspirados pelas correspondências e histórias compartilhadas por sua irmã Dayse Stoklos com o Vampiro de Curitiba. 

Após a morte do autor, a agente literária de Dalton Trevisan, Fabiana Faversani, autorizou a empreitada. Porém a escolha foi “Tiau, Topinho”, texto sobre a relação do autor com seu cão, que acaba de morrer, e é considerado um dos mais pessoais do contista curitibano.  

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Denise Stoklos, em divulgação da peça "Dalton Trevisan, que tinha um cachorro".

A encenação tem como base o Teatro Essencial, apoiado fortemente na teatralidade do ator, com o texto sendo interpretado três vezes, mas de maneiras diferentes. “A ideia é despertar na plateia um acontecimento que toque fundo na sensibilidade, num tempo em que muitas vezes somos conclamados a esquecer nossas humanidades, em uma sociedade tecnocrata que praticamente mecaniza e aplaina em lugar comum as questões que podem nos levar a mais solidariedade e empatia”, diz Denise.

Ainda segundo ela, que também concebeu o espetáculo, o público assume a posição particular do autor em função do sentimento compartilhado. “Na montagem, o escritor somos todos nós e o cão perdido para a morte representa não só todos os entes que perdemos, mas  também todos os fatos que deixamos escapar em nossa existência e a forte impressão que causa em cada um, tudo aquilo que vemos esvair no decorrer da vida”, fala ela. 

Denise Stoklos

Considerada uma das intelectuais e performers mais importantes do mundo, se apresentou em mais de 33 países, em 7 diferentes idiomas, recebeu 22 prêmios, publicou 7 livros e atuou em 27 solos teatrais de sua própria autoria. Foi professora de Performance Arts na New York University e é doutora honoris causa pela UNICENTRO. Nascida em Irati, no Paraná, Denise conta com mais de 55 anos de carreira e é uma das únicas atrizes brasileiras de maior visibilidade trabalhando exclusivamente no teatro.

Espetáculo “Dalton Trevisan, que tinha um cachorro”

Data: 21 e 22 de agosto

Horário: 20h

Local: Guairinha (R. XV de Novembro, 971- Centro)

Ingressos: a partir de R$60 (meia-entrada/balcão) pelo Disk Ingressos

Produção local: Polarize Entretenimento

Apoio: Honda Niponsul, Yara Grigera Gastronomia e Hotel San Juan Johnscher

Outras informações nos perfis do Instagram @denisestoklosoficial e @polarize.br. 

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Tags: teatro cultura

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