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Como escolher uma agência de marketing em Curitiba? 10 critérios antes de contratar

Como escolher uma agência de marketing em Curitiba? 10 critérios antes de contratar

Contratar uma agência de marketing nunca foi tão fácil. Escolher a agência certa, talvez nunca tenha sido tão difícil.

Uma busca por agência de marketing em Curitiba apresenta dezenas de empresas oferecendo tráfego pago, redes sociais, SEO, branding, produção de conteúdo, criação de sites e, mais recentemente, soluções envolvendo inteligência artificial.

Os discursos também começam a se parecer, promessas envolvendo performance, estratégia, criatividade, resultados, inovação e crescimento.

Para a empresa que está do outro lado da mesa e precisa decidir onde colocar seu dinheiro, existe uma pergunta muito mais importante: como distinguir uma boa agência de marketing de uma boa apresentação comercial? Preço, tamanho da equipe e portfólio ajudam, mas dizem apenas parte da história. Antes de contratar, existem alguns critérios menos óbvios que podem revelar muito mais sobre a capacidade de uma agência gerar resultados.

1. A agência começa entendendo seu negócio ou oferecendo uma ferramenta?

Esse talvez seja o primeiro teste, se nos primeiros minutos da conversa a solução já é Instagram, Google Ads, TikTok, SEO ou inteligência artificial, alguma etapa pode ter sido pulada. Antes da escolha da ferramenta deveriam existir perguntas.

Como sua empresa ganha dinheiro, quem é o cliente, como ele compra, quanto tempo leva para tomar uma decisão, qual é o ticket, onde estão os principais concorrentes, existe demanda pelo produto ou será necessário construí-la, qual é o problema que o marketing precisa resolver? Somente depois dessas respostas começa a fazer sentido discutir canais.

Para Vinicius Novaes, da Elefante Mídia & Marketing, agência localizada em Curitiba, um erro recorrente acontece quando empresas confundem ferramenta com estratégia. “Antes de decidir onde anunciar, precisamos entender como o cliente responde aos estímulos. Marketing começa pelo comportamento das pessoas, não pela plataforma.”

Um exemplo simples ajuda a entender, uma pessoa com um vazamento dentro de casa provavelmente vai procurar imediatamente por um encanador, existe uma necessidade objetiva e uma intenção de busca. Já no caso de um restaurante pode funcionar de maneira diferente, uma imagem, um vídeo ou uma oferta podem despertar uma vontade que não existia alguns segundos antes.

Nos dois casos existe marketing digital, mas a estratégia não precisa ser a mesma, é por isso que perguntas como Google Ads ou Meta Ads só fazem sentido depois que se entende como o consumidor procura, descobre e escolhe aquele produto ou serviço.

Google Ads ou Meta Ads

2. A agência pratica o marketing que vende?

Existe um teste curioso que qualquer empresário pode fazer antes de contratar uma agência, pesquise a própria agência, se ela promete melhorar a presença das empresas no Google, como está sua própria presença?

Se vende conteúdo, existe conteúdo relevante produzido por ela?

Se fala sobre branding, sua própria marca possui personalidade?

Se vende websites, como é a experiência no próprio site?

Se promete estratégia, é possível perceber algum pensamento estratégico no que ela publica?

Isso não significa que uma agência precise ter milhões de seguidores ou aparecer em primeiro lugar para todas as pesquisas, mas existe uma questão de coerência. A empresa que pretende construir a autoridade digital de seus clientes deveria demonstrar capacidade de construir a própria.

3. Descubra quem realmente vai trabalhar na sua empresa

Uma reunião comercial pode ser excelente, mas quem participa dela nem sempre será a pessoa que cuidará da conta depois da assinatura, por isso, uma pergunta simples pode evitar muita frustração: quem efetivamente trabalhará no meu projeto?

É importante saber com clareza quem pensa a estratégia, quem gerencia a mídia, quem analisa os resultados, quem cria e quem assume a responsabilidade quando surge um problema, e principalmente: quem conhece meu negócio?

O tamanho da agência não responde necessariamente a essas perguntas, uma estrutura maior pode oferecer recursos importantes, já uma estrutura menor pode proporcionar proximidade. O que importa é entender qual estrutura estará efetivamente disponível para o projeto contratado.

4. Pergunte como a agência saberá se está fazendo um bom trabalho

Essa talvez seja uma das melhores perguntas para uma primeira reunião:

“Daqui a seis meses, como eu vou saber se o trabalho de vocês deu certo?”

A resposta deveria mudar de acordo com o objetivo, uma campanha de mídia pode envolver custo de aquisição, conversões, qualidade das oportunidades e vendas. Um projeto de SEO possui outros indicadores, branding exige outra forma de avaliação. Um e-commerce tem métricas diferentes de uma indústria com ciclo comercial de seis meses. O problema aparece quando todo projeto é avaliado pelos mesmos números, curtidas, seguidores, impressões, cliques, leads. Todos podem ser indicadores úteis, mas nenhum deles, isoladamente, prova que o negócio melhorou.

5. A agência sabe o que acontece depois que o lead chega?

Aqui existe uma fronteira importante entre fazer publicidade e entender marketing, imagine que uma campanha tenha gerado 200 leads, o relatório parece excelente, mas algumas perguntas continuam sem resposta: Quantos foram atendidos, quantos tinham o perfil desejado, quantos receberam proposta, quantos compraram, quanto faturaram, quantos simplesmente desapareceram? Se a agência não consegue acompanhar o que acontece depois da geração do contato, existe uma parte importante da história que está faltando.

Imagine duas campanhas, a primeira gera 100 leads a R$ 20 e a segunda gera 50 leads a R$ 35, olhando somente para o custo por lead, a primeira parece melhor. Agora imagine que a primeira tenha gerado três vendas e a segunda, doze, a interpretação muda completamente.

Marketing não deveria terminar no lead, esse é um dos motivos pelos quais CRM, atendimento e processo comercial estão se tornando cada vez mais relevantes também para quem administra mídia.

6. Desconfie de uma agência que nunca diz “não”

O cliente nem sempre tem razão sobre marketing, e isso é perfeitamente normal, ele conhece profundamente seu produto, seu mercado e sua empresa, mas justamente por estar mergulhado no negócio, pode enxergar algumas questões de maneira diferente do consumidor.

“Precisamos estar no TikTok.”

Talvez.

“Precisamos publicar todos os dias.”

Talvez não.

“Nosso concorrente está fazendo, então precisamos fazer também.”

Esse argumento, sozinho, não deveria ser suficiente.

Uma agência contratada apenas para concordar e executar pedidos corre o risco de se transformar em um departamento terceirizado de tarefas, estratégia exige capacidade de questionar. Em alguns momentos, uma das contribuições mais valiosas de uma agência pode ser dizer: “Eu não colocaria dinheiro nisso agora.”E conseguir explicar o motivo.

7. Branding e performance precisam conversar

Durante muito tempo, branding e performance foram tratados quase como disciplinas oposta, uma constrói marca a outra gera vendas. Na prática, essa separação é cada vez menos útil. Imagine duas empresas aparecendo lado a lado em uma busca no Google, produtos semelhantes, preços próximos, anúncios competindo pelo mesmo consumidor. Uma delas, porém, já é conhecida, o consumidor reconhece o nome, lembra de um conteúdo, já viu a empresa em outro lugar ou simplesmente possui maior confiança naquela marca. Qual delas possui vantagem?

Marca também influencia performance.

Branding não deveria ser apenas uma logo bonita, é a construção de uma percepção capaz de fazer uma empresa ser reconhecida, lembrada e escolhida, da mesma forma, campanhas de performance também constroem pontos de contato com a marca. Uma boa estratégia precisa entender essa relação.

Estratégia de Branding

8. Experiência importa. Fórmula pronta, não.

Curitiba e sua região possuem empresas com realidades extremamente diferentes, indústrias, clínicas, comércio, empresas de tecnologia, restaurantes, prestadores de serviços, e-commerces, negócios B2B.

Uma agência que já enfrentou diferentes modelos de operação ganha repertório, mas experiência não deveria significar copiar a mesma estratégia. O marketing de uma indústria com vendas técnicas e ciclo comercial longo não funciona necessariamente como o de uma clínica médica, e nenhum dos dois funciona exatamente como um e-commerce. Experiência deveria permitir que uma agência faça perguntas melhores, e não que apresente respostas prontas mais rapidamente.

9. Pergunte onde está o dinheiro sendo perdido

Essa pergunta muda uma reunião de marketing, em vez de perguntar apenas: “Como conseguimos mais leads?”, pergunte: “Onde estamos perdendo os leads que já conseguimos?” Talvez o problema esteja nos anúncios, também pode estar no site, na landing page, na oferta, na demora do atendimento, no posicionamento, qualificação ou preço, na proposta comercial, no follow-up ou até mesmo na falta de integração entre marketing e vendas. É justamente por isso que aumentar investimento nem sempre significa aumentar resultado.

Se existe um vazamento no processo, colocar mais verba pode apenas fazer a empresa perder dinheiro mais rápido, essa visão mais ampla também explica por que algumas empresas recorrem a uma consultoria de marketing mesmo quando já possuem equipe interna ou agência contratada. O objetivo não precisa ser substituir quem executa, pode ser identificar gargalos, avaliar o que está sendo feito e estabelecer prioridades.

Consultoria de Marketing

10. Você consegue entender o que a agência está fazendo com seu dinheiro?

Marketing digital ficou técnico, CPC, COM, CTR, ROAS, CAC, LTV, GA4, SEO, CRM, Pmax, Lookalike e Remarketing, a lista cresce continuamente, mas conhecimento técnico não deveria ser utilizado para tornar o marketing incompreensível para quem administra a empresa. Uma boa agência precisa dominar a complexidade e conseguir traduzir essa complexidade para o gestor.

Se a empresa investiu R$ 10 mil, um bom relatório de marketing precisa responder com clareza o que foi feito, por que foi feito, o que aconteceu, o que foi aprendido, o que será feito de diferente e qual será o próximo movimento, um relatório com 40 gráficos não necessariamente responde nenhuma dessas perguntas.

Escolher uma agência de marketing é escolher quem vai ajudar sua empresa a tomar melhores decisões, mais do que dominar ferramentas, uma boa agência precisa entender o negócio, questionar quando necessário, medir o que realmente importa e mostrar com clareza onde estão os resultados e as oportunidades.

Marketing não é simplesmente produzir conteúdo, comprar mídia ou gerar leads. O trabalho precisa continuar até que seja possível compreender o que aconteceu com o investimento e onde estão as oportunidades de melhoria — inclusive depois que o lead chega

Por isso, talvez a pergunta não seja “qual é a melhor agência de marketing em Curitiba?”, mas sim: “Qual agência está mais preparada para ajudar minha empresa a chegar onde quer?”

Agência especializada ou agência full service?

Também não existe uma resposta única.

Uma empresa com uma necessidade muito específica pode se beneficiar de uma agência extremamente especializada.

Outra pode estar enfrentando justamente o problema oposto: possui um fornecedor de mídia, outro de site, outro de conteúdo e outro de branding, mas ninguém enxerga a jornada completa.

Nessa situação, uma estrutura integrada pode trazer vantagens.

A Elefante Mídia & Marketing, por exemplo, atua em Curitiba reunindo estratégia, tráfego pago, branding, produção de conteúdo, audiovisual e desenvolvimento de websites.

Mas o valor de uma estrutura assim não deveria estar simplesmente na quantidade de serviços disponíveis.

Está na capacidade de fazer diferentes especialidades trabalharem sobre o mesmo problema de negócio.

Estar em Curitiba faz diferença?

Marketing digital permite trabalhar praticamente de qualquer lugar.

Então localização deixou de ser uma obrigação.

Mas isso não significa que proximidade tenha perdido completamente seu valor.

Para algumas empresas, principalmente aquelas que valorizam reuniões presenciais, produção audiovisual, conhecimento regional ou relacionamento mais próximo com a equipe, trabalhar com uma agência da própria cidade pode ser vantajoso.

Também existe uma questão de repertório local.

Curitiba possui uma economia diversificada, com presença relevante de indústria, serviços, saúde, tecnologia, comércio e empresas B2B.

Conhecer essa realidade pode ajudar.

Mas endereço sozinho não deveria decidir a contratação.

Uma agência estar em Curitiba é uma característica. Entender o negócio da empresa é uma competência.

A melhor agência de marketing de Curitiba existe?

Essa talvez seja a pergunta errada.

A maior agência pode não ser a melhor para uma pequena empresa.

A mais criativa pode não ser a melhor para uma operação fortemente orientada a performance.

A mais especializada pode ser excelente para um problema e inadequada para outro.

Por isso, em vez de procurar simplesmente pela “melhor agência de marketing de Curitiba”, uma empresa pode fazer uma pergunta muito mais produtiva:

Qual agência está mais preparada para resolver o problema que temos hoje?

A resposta passa por estratégia, experiência, estrutura, transparência, capacidade técnica e entendimento do negócio.

Preço importa.

Portfólio importa.

Cases importam.

Mas nenhum deles deveria ser analisado sozinho.

Um checklist antes de contratar

Antes da próxima reunião com uma agência, vale levar estas dez perguntas:

1. Qual problema vocês acreditam que precisamos resolver primeiro?

2. Por que recomendam esses canais?

3. Quem trabalhará diretamente na nossa conta?

4. Como vamos medir se o projeto está funcionando?

5. Como vocês conectam marketing aos resultados comerciais?

6. O que vocês não fariam neste momento?

7. Como branding e performance entram na estratégia?

8. Que experiências anteriores ajudam vocês a entender nosso negócio?

9. Onde vocês enxergam hoje nosso maior desperdício ou oportunidade?

10. Daqui a seis meses, quais informações teremos para decidir se devemos continuar, mudar ou aumentar o investimento?

Uma boa conversa a partir dessas perguntas provavelmente revela mais do que dezenas de slides.

Marketing não deveria ser um ato de fé

Talvez esse seja o ponto central.

Durante muito tempo empresas contrataram marketing porque “precisavam fazer marketing”.

Hoje existe informação suficiente para exigir mais.

Não significa que toda iniciativa tenha retorno imediato.

Branding leva tempo.

SEO leva tempo.

Construção de audiência leva tempo.

Nem todo resultado cabe em uma planilha de curto prazo.

Mas estratégia precisa ter hipótese, direção e critérios de avaliação.

A empresa precisa saber por que está fazendo algo e o que espera aprender ou conquistar com aquilo.

É justamente aí que uma agência deixa de ser simplesmente fornecedora de anúncios, posts, vídeos ou websites.

Ela passa a participar da tomada de decisão.

E talvez essa seja a melhor maneira de escolher uma agência de marketing em Curitiba — ou em qualquer outra cidade:

não procure apenas quem sabe executar marketing.

Procure quem consegue entender o seu problema, defender uma estratégia, executar o combinado e demonstrar o que aconteceu com o dinheiro investido.

Conheça as soluções da elefantemidia.com.br

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