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Casal que mantinha creche irregular no Tatuquara afirma que bebê morto tinha problemas de saúde

Defesa dos responsáveis se manifestou após acessar histórico médico do bebê e aponta que problemas de saúde podem ter agravado a situação do engasgamento

Casal que mantinha creche irregular no Tatuquara afirma que bebê morto tinha problemas de saúde
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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A morte do bebê Gael Herry Cunha Oliveira, de 4 meses, ocorrida no Tatuquara, em Curitiba, no último mês, segue sendo investigada pela Polícia Civil (PC). Nesta semana a defesa do casal que mantinha a creche irregular onde o menino foi deixado divulgou o prontuário médico da criança, que apontou problemas respiratórios. O fato é usado como atenuante na acusação contra Maria Eliza Naindorf Peralta e o marido, Aílson Peralta Centurião.

De acordo com o advogado do casal, Junior Ribeiro, o prontuário revela que nas semanas anteriores ao falecimento, Gael foi atendido diversas vezes com sintomas respiratórios e outros problemas como febre, tosse, otite etc. “O prontuário médico confirma que o bebê apresentava um quadro de saúde instável e vinha em tratamento recente. Isso reforça a tese de que a morte decorre de uma fatalidade, e não de negligência dos cuidadores”, afirma o advogado.

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O casal não tinha licença para ter uma creche. Maria Eliza, no mês passado, afirmou ser uma babá e negou que o local funcionasse como creche. O casal deixou Curitiba depois do falecimento do bebê, mas, conforme a defesa, continua prestando assistência às famílias e segue à disposição das autoridades.

Relembre

Gael era cuidado pelo casal fazia apenas duas semanas. No dia da morte, a criança foi alimentada com leite e colocada para dormir, mas acabou se engasgando. O socorro foi acionado, contudo, o menino morreu ainda no local.

À época a mãe da criança, Izabela Cordeiro Cunha, foi chamada ao endereço onde funcionava a creche e soube do falecimento do filho pelos policiais que registraram a ocorrência.

O advogado que representa a mãe da criança foi procurado para falar sobre o prontuário e a reportagem aguarda retorno para atualizar o texto.

 

 

 

 

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