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Acordo com o Itaú libera caminho para venda da Copel

Acordo resolve impasse sobre ações dadas como garantia de empréstimo feito pelo Banestado

Acordo com o Itaú libera caminho para venda da Copel
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Um acordo entre o Banco Itaú Unibanco e o Governo do Paraná fechado no último dia 10 de abril abriu o caminho para o início da operação de venda das ações estatais da Copel. O banco detém uma parte das ações da Copel, dadas pelo governo do Paraná em garantia de um empréstimo realizado pelo Banestado durante o governo de Jaime Lerner.

O caso está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF), mas segundo comunicação do Chefe da Casa Civil do governo, João Carlos Ortega, à acionistas da Copel, o Itaú e o Paraná acertaram um acordo para resolver o imbrólio. Os termos da negociação terão que ser homologados pelo ministro do STF, Ricardo Lewandowski. Mas a comunicação afirma que "no acordo firmado estarão desembaraçadas as ações necessárias para a realização, durante o exercício de 2023, de eventual oferta pública de distribuição secundária relativa à transformação da Copel em companhia de capital disperso e sem acionista controlador".

Esse era o último grande empecilho à determinação do governador Ratinho Junior em vender a empresa paranaense de energia elétrica. Com isso, o cronograma de venda das ações do Paraná da empresa seguem em frente.

Rosiane Correia de Freitas

Rosiane Correia de Freitas

Jornalista, mestre em educação e fundadora do Plural

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