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Greve geral vai parar Curitiba nesta sexta-feira

Veja quais categorias devem participar de paralisação em Curitiba e no interior

Por Admin
Greve geral vai parar Curitiba nesta sexta-feira
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Só não se sabe ainda se os motoristas de ônibus também vão parar. Os demais trabalhadores já votaram em assembleia e a grande maioria vai aderir à greve geral desta sexta-feira (14), que, além de Curitiba, deve paralisar as ruas de todas as capitais do Brasil. Convocada pelas principais centrais sindicais, a mobilização é contra a Reforma da Previdência, os cortes nas Universidades Federais e pela valorização do trabalhador, com a geração de mais empregos. No Paraná, além de bancários e metalúrgicos, funcionários públicos, como agentes penitenciários, policiais civis, militares, professores e outras dezenas de profissionais, se unem para reivindicar o reajuste salarial negado pelo governo Ratinho. A manifestação envolve também professores municipais e do Ensino Superior Privado.

A decisão pela adesão à greve nacional veio em assembleias, realizadas durante a semana. Na noite de ontem (11), na sede da APP Sindicato, na Capital, uma plenária unificada - organizada pelo Fórum das Entidades Sindicais do Paraná - encaminhou as últimas deliberações para a ação local, que tem início às 10h em frente ao Palácio Iguaçu. Professores e funcionários públicos farão pressão para que o governo estadual receba novamente uma comissão para discutir a data-base da categoria, sem reajuste desde 2016. E não houver acordo, a categoria já avisou: volta pra greve dia 25.

Na tarde desta sexta, a concentração será na Praça Santos Andrade, em frente à UFPR, com encerramento previsto para a Boca Maldita. Desde cedo, sindicatos preveem mobilizações em frente a empresas, como o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), que promete ainda barulhentas carreatas. O Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) deve reunir trabalhadores em frente à Repar.

“O Brasil vai parar, queremos uma aposentadoria justa e mais empregos. Todos os trabalhadores têm um desafio nesta sexta, mostrar que queremos discutir reformas justas, educação justa e mais empregos. Precisamos de uma pauta para o trabalhador, não podemos continuar divididos, precisamos mostrar que estamos insatisfeitos”, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Sérgio Butka.

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Bancários votaram por paralisar atividades. Foto: SEEB Curitiba[/caption]

No interior do Estado, bases sindicais preparam ações nas cidades de Londrina, Maringá, Toledo, Cascavel, Umuarama, Francisco Beltrão e Pato Branco. Movimentos estudantis e populares, sociais do campo e ativistas de partidos políticos também irão se juntar aos grevistas. O Movimento dos Sem Terra (MST) vai mobilizar em dez cidades-polo e em municípios pequenos.

Professores de instituições privadas também vão participar. “É um momento de fortalecer a luta social. A proposta de Reforma da Previdência é extremamente lesiva aos trabalhadores, por isso mobilizamos a categoria e convocamos os professores do Ensino Superior Privado para aderir à greve e participar dos atos do dia 14”, reforça Valdyr Perrini, presidente do Sinpes.

Confira as categorias que confirmaram presença no ato desta sexta:

EDUCAÇÃO

SERVIÇOS

SEGURANÇA PUBLICA

INDÚSTRIA

REGIÃO METROPOLITANA

PARANÁ

DEMAIS CIDADES DO ESTADO

Tags: Paraná

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