Curitiba tem uma das menores taxas de mortalidade infantil no Brasil: 8,5 por mil nascidos vivos (até agosto deste ano). Os dados foram apresentados pela Secretaria de Saúde durante audiência pública na Câmara de Curitiba nesta semana.
A mortalidade infantil no Brasil recuou de 28,1 para 12,5 óbitos por mil nascidos vivos em 2024, conforme o estudo Projeções da População, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número está acima da taxa de Curitiba, que só perde para Florianópolis em índices gerais.

No caso da mortalidade materna, contudo, a taxa foi de 31,2 por 100 mil nascidos vivos. Em 2023 foram 18.396 nascimentos na cidade e cinco óbitos maternos. Se referindo tanto ao dado das mortes de mães, quanto ao dos bebês nascidos vivos, a secretária de saúde de Curitiba, Tatiane Filipak, disse que "o ideal aqui não é ter um número, era ser zero".
A cidade também é a capital com maior percentual de mães que fizeram sete (número mínimo recomendado) ou mais consultas pré-natais durante a gestação, 90,1%. Este é um dos dados apontados em levantamento realizado pela Umane, organização sem fins lucrativos que apoia iniciativas que impactam no Sistema Único de Saúde (SUS).