O ex-vereador por Curitiba Bruno Secco (Novo), que perdeu seu mandato por uma fraude cometida por seu antigo partido, o PMB, contra as cotas eleitorais, foi eleito neste domingo como deputado estadual. Conhecido por seu projeto contra a Marcha da Maconha, o novo deputado é ligado ao bolsonarismo e à extrema direita.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) acabou cassando a chapa do PMB, pelo qual Bruno Secco fora eleito vereador, porque o partido fraudou as cotas de gênero. As provas levadas à Justiça Eleitoral demonstram que o PMB, em 2024, lançou candidaturas falsas femininas para fingir que havia respeitado os 30% da cota para as mulheres.
Em suas postagens nas redes sociais, Bruno deixou claro que não respeitava a orientação do partido, que lançou Romeu Zema para a Presidência, e que está com Flávio Bolsonaro, do PL. Disse também que entre suas prioridades estão a prisão de Alexandre de Moraes e de Flávio Dino, ministros do Supremo Tribunal Federal.