Protesto por morte de homem negro fecha Carrefour no Parolin | Jornal Plural
20 nov 2020 - 20h21

Protesto por morte de homem negro fecha Carrefour no Parolin

Manifestantes protestavam contra espancamento de João Alberto, assassinado em Porto Alegre

Com informações de Breno Araujo Lopes:

Um protesto contra o assassinato de João Alberto Silveira Freitas fechou a unidade do Carrefour no bairro Parolin, em Curitiba. A manifestação pacífica aconteceu no final da tarde desta sexta-feira (20) e terminou com a projeção de um texto criticando a empresa.

João Alberto, um homem negro de 40 anos, foi espancado até a morte em frente a um Carrefour na zona norte de Porto Alegre. Os dois seguranças (dos quais um era policial militar) trabalhavam como terceirizados – o Carrefour coloca a culpa do crime na empresa que contratou os dois.

Protesto no estacionamento do mercado. Foto: Guilherme Bittar

A manifestação em Curitiba contou com a participação de dois vereadores negros eleitos no último domingo – Carol Dartora e Renato Freitas, ambos do PT – de militantes de outros partidos de esquerda e do movimento negro.

Num primeiro momento os manifestantes entraram no mercado, mas foram obrigados a sair – depois disso o mercado fechou as portas, ainda com clientes do lado de dentro.

Os manifestantes chegaram a fechar o trânsito na frente do mercado, mas depois decidiram continuar com o protesto dentro do estacionamento. Manifestações parecidas ocorreram em unidades do mercado em diversas cidades do país.

https://youtu.be/4d6Xyldpp_0
Foto: Guilherme Bittar
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3 comentários sobre “Protesto por morte de homem negro fecha Carrefour no Parolin

  1. Como diz a música, a carne negra é a mais barata do mercado! Se fosse o primeiro caso para esse mercado, só este ano teve o caso do cachorro espancado até a morte, depois o funcionário que morreu e não teve atendimento algum, e agora mais este assassinato, sem contar que o policial nem devia estar lá.

  2. O Rodrigo Constantino falou alguma coisa??? Virou um cadáver falante kkkk.
    Nem abro mais o site da gazeta, agora tenho o PLURAL que preza pelo jornalismo descente.

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