Marcha da maconha tem prisões e até "brigadeiro encantado" | Jornal Plural
2 jun 2019 - 18h44

Marcha da maconha tem prisões e até “brigadeiro encantado”

Centenas de manifestantes se reuniram na Rua SV para pedir legalização da maconha

Centenas de pessoas foram à Rua XV neste domingo (2) para pedir a legalização da maconha no país. A já tradicional Marcha da Maconha começou em clima tenso, com a Polícia Militar dando batidas e confrontando os manifestantes. Vários manifestantes foram presos e houve relatos de violência policial – que diminuiu à medida que chegaram mais pessoas à Boca Maldita.

Com cartazes que lembravam a importância medicinal do canabidiol e que pediam a descriminalização da erva, os manifestantes contestaram a política repressiva adotada no Brasil e na maior parte dos países do mundo, afirmando que a política de criminalização é mais danosa do que a própria maconha.

Embora a maconha seja proibida no país, as manifestações em defesa da legalização são consideradas legais, desde que não se faça a apologia da droga. Havia gente fumando baseados e até quem estivesse vendendo “brigadeiro encantado”, um doce à base de maconha.

Na semana passada, a Assembleia Legislativa do Paraná também realizou sua primeira audiência pública para discutir o uso do canabidiol, componente da planta da maconha usado no tratamento de várias doenças. Proposta pelo deputado estadual Goura (PDT), a audiência uniu pais que precisam do composto, ainda caro, para tratar seus filhos de doenças graves, médicos e especialistas no tema.

Para saber mais da “cura que vem da maconha”, clique aqui.

Foto: Giorgia Prates/Plural.
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