Complexos gastronômicos reabrem em Curitiba | Jornal Plural
29 maio 2020 - 22h06

Complexos gastronômicos reabrem em Curitiba

Com fim de férias coletivas e equipes reduzidas, espaços serão menores mas sem restrição para venda de produtos ou bebidas

Grandes centros gastronômicos de Curitiba voltarão a atender o público a partir desta sexta-feira (29). O mesmo não deve acontecer com pelo menos metade dos 27 complexos de alimentação da Capital, que fecharam as portas definitivamente.

Quem afirma é a Associação de Bares e Casas Noturnas (Abrabar/SindiAbrabar). Dos 10 complexos que restaram, cinco anunciaram a reabertura: Mercado Sal, Ca’dore, Souk, Santa Vila, Vila Urbana. “Cada um destes terá sua programação para reabertura com plano de contingência próprio, no qual tomarão todas as medidas de segurança e higiene”, ressata o presidente da Abrabar, Fábio Aguayo.

“Não haverá restrição na venda de produtos, incluindo bebidas alcoólicas, e de horário de abertura, tradicionalmente a partir das 17h, observando os protocolos de segurança sanitária.”

A retomada vem com o fim das férias coletivas, com redução de equipes e capacidade menor de atendimento. A intenção é seguir as orientações de funcionamento dos Mercados Municipais de Curitiba, já reabertos pelo prefeito Rafael Greca (DEM).

“O centro de vendas de alimentos e o complexo gastronômico que tem o Mercado Municipal de Curitiba, tem nossos associados dentro de suas áreas e boxes, e já estão em pleno funcionamento, com todas as suas permissões do alvará”, diz a entidade, que pede mudança no cálculo de ocupação por metro quadrado nos estabelecimentos de Curitiba.

“Queremos a mudança de ocupação de lugar, ao invés de ser 9 metros quadrados, que seja de 7,02 metros quadrados, ou seja, 30% da capacidade”, avalia Aguayo.

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Portas fechadas

De acordo com a Abrabar, antes da pandemia eram cerca de 500 empreendimentos individuais dentro dos 27 Complexos Gastronômicos na Capital. “Agora sobraram aproximadamente 10, com 145 empreendimentos individuais”, destaca o presidente Fábio Aguayo.

Segundo ele, 50% dos estabelecimentos dentro dos complexos faliram, não têm capital de giro ou recursos para voltarem às atividades.

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