14 maio 2020 - 21h54

Academias voltam a funcionar na Região Metropolitana de Curitiba

São José dos Pinhais já havia liberado shoppings, igrejas, autoescolas e salões de beleza. Cidade registra três mortes e 61 casos de covid-19

Em um novo decreto, o prefeito de São José dos Pinhais, Toninho Fenelon (PSD), permitiu a reabertura de academias na cidade. A medida vem duas semanas após a liberação de shoppings, igrejas, autoescolas, salões de beleza e barbearias. Também estão permitidos comércios em geral.

Para tentar minimizar os impactos da proliferação do coronavírus na maior cidade da Região Metropolitana de Curitiba, a Prefeitura determinou algumas regras, como distanciamento entre as pessoas, uso obrigatório de máscaras e álcool em gel.

Com 320 mil habitantes, São José dos Pinhais está a 17 quilômetros de Curitiba e registra 63 casos e três mortes pela covid-19. Com a liberação das academias, poucos estabelecimentos ficam proibidos de funcionar no município, como bares, casas noturnas, parques, salões de festa, área de lazer e academias de natação, que ficaram fora do novo decreto, publicado nesta quarta-feira (13).

Ei, você! O Plural pretende sempre oferecer conteúdo gratuito e de qualidade. Mas isso só é possível se a gente tiver apoio de quem gosta do projeto. Olha só: você clica aqui, faz uma assinatura de R$ 15 e ganha um jornal para a cidade. Tá barato, hein?

Assuntos:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários feitos em textos do Plural são moderados por pessoas, não robôs, e não são publicados imediatamente. Não publicamos comentários grosseiros, agressões, ofensas, acusações sem provas nem aqueles que promovem tratamentos sem comprovação científica.

Últimas Notícias

É falso que PT seja responsável por drone que lançou produtos químicos em Minas Gerais

É falso que drone que lançou produtos químicos em evento de Lula e Alexandre Kalil em Minas Gerais foi contratado pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Em vídeo, pastor diz que investigação da Polícia Civil apontou que equipamento pertencia a uma empresa de propaganda e que operador disse à polícia que imagens seriam usadas na propaganda petista. O caso é apurado pelo Ministério Público Federal (MPF), que desmentiu a versão

Projeto Comprova

É de graça


E vai continuar assim. Mas o nosso trabalho só existe porque ele é financiado por você, leitora e leitor, e por parceiros. Ajude o Plural a continuar independente. Apoie e assine por valores a partir de R$ 5 por mês.

Já é nosso assinante?
Faça seu login com email ou nome de usuário

Não é assinante?  Assine por valores a partir de R$ 5 por mês.

This will close in 20 seconds