"Zumbilândia 2", quem diria, tenta ir além das piadinhas | Plural
23 out 2019 - 23h00

“Zumbilândia 2”, quem diria, tenta ir além das piadinhas

Com visual bem construído e um elenco carismático, sequência entrega boas cenas de zumbis sendo destruídos

Você já conhece a turma: Colombus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) estão de volta, dez anos depois do primeiro filme, para mais uma rodada de aventuras no mundo pós-apocalíptico de Zumbilândia.

Dessa vez, a comédia-terror – gênero também chamado de “terrir” – vai além das piadinhas e do visual bem construído, e busca aprofundar o relacionamento dos protagonistas. “Zumbilândia 2” tem direção de Ruben Fleischer, responsável pelo longa-metragem “Venom” (2018).

Alguns anos se passaram desde que o mundo foi devastado pelo vírus zumbi : Colombus e Wichita têm um relacionamento estável – talvez até demais –, e Little Rock (agora uma jovem em busca de seu lugar no mundo) precisa romper sua relação quase paternal com Tallahassee.

Os conflitos dentro da relações estabelecidas no primeiro “Zumbilândia” são o pano de fundo na sequência: o grupo precisa ir atrás de Little Rock, que fugiu com outro jovem sobrevivente, um hippie pacifista chamado Berkeley. No meio do caminho, uma série de ataques zumbis e a descoberta de novos sobreviventes trazem emoção à trama.

Há quem diga que o primeiro foi “uma lufada de ar fresco” no gênero. Talvez. Mas não há dúvidas nesses dez anos que separam os lançamentos, muita coisa nova veio nessa “lufada de ar”.

Não há exatamente muito o que esperar de uma comédia com zumbis, exceto uma série de piadinhas e algumas boas cenas de mortos-vivos sendo destruídos. E tudo isso Zumbilândia entrega, sem dúvidas. Mas, como pelo menos um terço das piadas são referências ao primeiro filme, talvez valha um revival do longa anterior antes de encarar a sequência no cinema–- ou enquanto você espera ele chegar ao seu serviço de streaming favorito.

Serviço
“Zumbilândia 2: atire duas vezes” estreia nesta quinta-feira (24). Com 100 minutos, o longa tem censura 16 anos. A capital paranaense receberá o filme nas salas do Cinemark Barigui e Mueller; do Cinépolis Batel e Jocky Plaza Curitiba; do Cinesystem Cidade, Shopping Curitiba e Total; do Espaço Itaú de Cinema; e do UCI Palladium e Shopping Estação.

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