Show de Paul tem música e muitas boas histórias; conheça algumas | Jornal Plural
Clube Kotter
31 mar 2019 - 15h15

Show de Paul tem música e muitas boas histórias; conheça algumas

Veja histórias de gente que foi ao show de McCartney em Curitiba neste sábado

A música de Paul McCartney tem o dom de reunir gente. E as duas horas e meia de show em Curitiba foram um bálsamo para milhares de pessoas que estiveram no Couto Pereira neste sábado. O Plural conta aqui algumas histórias do show e das pessoas que estiveram lá. Se você também quer contar a sua, mande para [email protected]

1. Paul e os direitos humanos

Depois de Roger Waters, foi a vez de McCartney falar de política durante o show. Ele disse que escreveu Blackbird pensando em direitos humanos, um tema que, no Brasil de 2019 soa altamente político. Houve também uma bandeira defendendo os direitos dos gays no palco.

Maitê (segunda à esq.) com Paul e mais nove sortudos.

2. A menina Maitê

Maitê Ritz é uma garota sensacional, de 18 anos, que produz um blog muito bacana sobre cultura (e outras coisas) para o Bem Paraná. Apaixonada por Paul desde criança, ela fez uma campanha na web para poder conhecer o músico. Acabou ganhando um concurso e conseguiu ir aos bastidores. Segundo a mãe, Josianne, Paul viu as tatuagens dela e leu em voz alta. E Maitê, claro, saiu feliz da vida de lá, junto com mais nove fãs.

Adriana e Gabriel.

3. Superando o autismo

Adriana Czelusniak passou dias tentando descobrir se teria garantia de que seu filho, Gabriel, um menino de 13 anos autista, teria acesso ao espaço reservado para deficientes. Insistiu, leu leis, cobrou. E conseguiu levar o garoto – que, bravamente, enfrentou a revista (autista não gostam de ser tocados), o banheiro químico escuro (outra dificuldade) e o som alto. Nesse texto, Adriana conta que valeu a pena e o menino deu, literalmente, pulos de alegria.

O pessoal da limpeza. Foto: Cristiano Castilho.

4. As meninas da limpeza

Repórter bom é assim. Chegando ao show, Cristiano Castilho viu as moças da limpeza e foi conversar com elas. Descobriu que receberiam R$ 90 pelo trabalho de 12 horas – das 20h às 8h. E que precisavam ir de preto, para não serem vistas.

Melina e Sofia.

5. O primeiro show

Melina Santos quis que o show de McCartney fosse o primeiro grande show da vida da filha, Sofia. Deu certo. “Ela cantou, dançou, aguentou firme até meia noite e meia, me abraçou apertado e me agradeceu depois de Live and Let Die. Mas foi na hora de Blackbird que meu bebê se emocionou mais e nem ela sabe explicar o porquê. Eu sei”, diz Melina, colunista do Plural.

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