O midas da MPB não despreza o sertanejo | Plural
24 jan 2019 - 0h00

O midas da MPB não despreza o sertanejo

Depois de “descobrir” Elis Regina, Ney Matogrosso e Chico Buarque e dedicar seis décadas à música, André Midani, maior executivo da indústria fonográfica brasileira prefere ouvir sonatas em casa e alerta: “o mundo está zangado”

O senhor de passos miúdos e boné enterrado na cabeça chega para a entrevista 20 minutos depois do horário combinado. Pede desculpas. E diz que o atraso foi devido a um almoço casual com Jaime Lerner. “Somos amigos há muito tempo, e quis revê-lo”, diz André Midani, nome fundamental da indústria fonográfica brasileira, testemunha de seu naufrágio e memória viva da música que se produziu no país entre as décadas de 50 e 90.

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