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Forças ArmadasFoz do IguaçuFundo Aluízio Palmar

Ativistas de Foz do Iguaçu visados pelo Centro de Informações do Exército

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A ditadura civil-militar de 1964 não poupou os bispos, padres, pastores e freiras. Agentes religiosos foram espionados, perseguidos, presos, torturados, mortos e expulsos do país, sob a acusação de subversão da ordem. Assim, a presença de documentos nos arquivos da repressão, contendo nomes de bispos e padres, revela como o sistema de inteligência partia do pressuposto de que ninguém totalmente imune de ser investigado por suas idéias, princípios e ações.

O vínculo com instituições religiosas não foi um empecilho à ação investigativa dos militares e seus agentes, que viam como subversão a atuação sócio-política dos religiosos.

O documento em anexo que leva o título de “Atuação de militantes de organizações subversivas ligados à entidades religiosas” são citados: Antônio Vanderli Moreira, Aluízio Ferreira Palmar, José Pedro Bispo, Juvêncio Mazzarollo , César Cabral e Gernote Kirinus

Ministério do  Exército

III Exército

Comando da V Região Militar

2ª Seção

05NOV1981

INFORME 740-E2/81

TÍTULO ATUAÇÃO DE MILITANTES DE ORGANIZAÇÕES SUBVERSIVAS LIGADOS À ENTIDADES REGILIOSAS

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