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O documento intitulado “Relatório de ‘Paquera’ pode ser considerado um dos documentos mais importantes sobre a forma como atuavam os espiões da ditadura.

Ele foi escrito por José Anselmo dos Santos, agente da ditadura infiltrado na Vanguarda Popular Revolucionária – VPR, após viagem ao Chile, onde entrou em contatos com dirigentes das organizações da Resistência.

Em seu “Relatório”, o “cabo” Anselmo fala de seu contato com a Embaixada Cubana em Santiago e suas conversas com José Duarte dos Santos, Onofre Pinto e Maria do Carmo Brito.

O agente infiltrado faz ainda um relatório da situação em que se encontrava a esquerda em geral e as rotas de retorno ao Brasil dos militantes da Resistência.

Secretaria de Estado dos negócios de  Segurança Pública de São Paulo

Polícia Civil

Divisão de Ordem Social

Setor de Análise, repressão  e informação

 

 

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9 comments

  1. JOAO GUIMARÃES SANTANA 4 maio, 2017 at 21:29 Responder

    ESSE EPSÓDIO COMO TANTOS OUTROS RELATADOS EM LIVROS POR HISTORIADORES QUE PARTICIPARAM DA LUTA CONTRA O ESTADO DITATORIAL BRASILEIRO, AINDA NOS REVOLTA PROFUNDAMENTE ,PORQUE INFELIZMENTE O PODER NÃO VOLTOU PARA OS CIVIS COMO FRUTO DE UMA LUTA DE MUITOS SACRIFÍCIOS INCLUSIVE DE ÓBITOS DE COMPANHEIROS NOSSOS. FOI UMA COISA NEGOCIADA ENTRE TANTAS OUTRAS O IMPEDIMENTO DE APURAÇÕES DOS CRIMES PRATICADOS PELOS AGENTES DO SNI E SEUS SERVIÇAIS ATÉ A ANISTIA FOI CONCEDIDA SEGUNDO A VONTADE DESMEDIDA DA LINHA DURA MILITAR QUE NÃO QUERIA DEIXAR O PODER.A CRISE POLÍTICA QUE VIVEMOS NO MOMENTO É FRUTO,HERANÇA DO GOLPE DE 1964, ELES IQUIDARAM POLITICAMENTE NO MÍNIMO 3 GERAÇÕES. FORMAR OUTRA IGUAL A NOSSA SÓ MAIS MEIO SÉCULO NO MÍNIMO.

  2. William Malto 13 maio, 2017 at 18:53 Responder

    O PODER NÃO VOLTOU PARA OS CIVIS COMO FRUTO DE UMA LUTA DE MUITOS SACRIFÍCIOS INCLUSIVE DE ÓBITOS DE COMPANHEIROS NOSSOS. FOI UMA COISA NEGOCIADA ENTRE TANTAS OUTRAS O IMPEDIMENTO DE APURAÇÕES DOS CRIMES PRATICADOS PELOS AGENTES DO SNI E SEUS SERVIÇAIS ATÉ A ANISTIA FOI CONCEDIDA SEGUNDO A VONTADE

  3. José Paulo 6 setembro, 2017 at 11:07 Responder

    A DITADURA É UMA VERGONHA PARA UMA NAÇÃO. SEI O BEM O QUE É UM “DITADURA” PORQUE MINHA FAMÍLIA SOFREU MUITO NA ÉPOCA. ISSO NÃO DEVERIA EXISTIR MAS TEM MUITO GENTE QUE PEDEM A SUA VOLTA. É UM PENA E UMA VERGONHA.

  4. José Paulo 6 setembro, 2017 at 11:10 Responder

    LEMBRO MUITO BEM DO GOLPE DE 1964. MEU PAI PERDEU O EMPREGO, PASSAMOS FOME E NÃO PODIA SAIR A NOITE….DURANTE O DIA EU MEUS IRMÃO SAIAMOS PARA AS CASAS DOS VIZINHOS PRA PODER COMER….NÃO GUARDO RECORDAÇÕES……UM ANO TERRÍVEL.

  5. CINTHYA 20 setembro, 2017 at 13:04 Responder

    O regime da ditadura adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. A ditadura atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970 no Brasil, com o “milagre econômico”, no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação do país e torturava e exilava dissidentes.

    • Luiz Carlos Silva 19 fevereiro, 2018 at 09:33 Responder

      quer dizer que Raul J. comunista, lutou contra o exército e hoje, é ministro do exército e quer substituir os exércitos pela Guarda nacional … só para tentar, entender …

  6. José de Paula 20 setembro, 2017 at 13:10 Responder

    O regime militar brasileiro inspirou o modelo de outras ditaduras por toda a América Latina, através da sistematização da “Doutrina de Segurança Nacional”, a qual justificava ações militares como forma de proteger o “interesse da segurança nacional” em tempos de crise. Desde a aprovação da Constituição de 1988, o Brasil voltou à normalidade institucional. Segundo a Carta, as Forças Armadas voltam ao seu papel institucional: a defesa do Estado, a garantia dos poderes constitucionais e (por iniciativa desses poderes) da lei e da ordem.

  7. José de Paula 23 janeiro, 2018 at 10:30 Responder

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