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MATÉRIAS JORNALÍSTICAS SOBRE SUPERSALÁRIOS DE MILITARES EM CARGOS PÚBLICOS IRRITARAM AUTORIDADES DA DITADURA

MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA

COMANDO GERAL DA AERONÁUTICA

IV COANDO AÉREO

2ª SEÇÃO

13OUT76

“SITUAÇÃO POLÍTICA E PSICOSSOCIAL NA ÁREA DE SÃO PAULO, DE   01 A 30 DE SETEMBRO DE 1976

Extenso documento produzido pelo serviço de informações e repressão da Aeronáutica:

1. Enaltecendo a parceria entre as Forças Armadas e o Sesi, Sesc, Senai e Senac;

2. Relatando visita do general Dilermano Gomes Monteiro ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo em retribuição

a visita que os diretores desse Sindicato fizeram ao então comandante do II Exército.

3. Relatando preocupação com movimento estudantil e movimento pela anistia política.

4. Relatando descontentamento das autoridades militares com professores universitários e pedidos de exoneração dos mesmos ;

5. Relatando descontentamento das autoridades militares com posicionamento do clero em relação ao problema indígena;

6. Relatando descontentamento das autoridades militares em relação as matérias jornalisticas sobre a disputa entre militares por cargos de alto salários;

 

 

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1 comment

  1. Ronaldo Marcondes 8 setembro, 2015 at 12:52 Responder

    Prezado Aluízio Palmar,

    A propósito, recentemente, a Comissão Nacional da Verdade apresentou à sociedade brasileira relatório final, ensejado pelo processo de “Justiça de Transição”, o qual estabelece o direito à Memória, à Verdade e propriamente à Justiça. No âmbito dos trabalhos realizados pela Comissão Estadual da Verdade, gostaria de lhe apontar este material instigante, investigativo; resultado de pesquisa e documentário empreendidos por Mario Jun Okuhara.

    O documentário revelou casos de tortura e morte de imigrantes japoneses na Era Vargas e no pós-

    ​Guerra Mundial ​(1946/1948) dentro dos trabalhos da Comissão da Verdade Estadual, gerando pedido de retratação histórica à Comissão da Anistia do Ministério da Justiça. Na reconstituição do crime, a Ilha de Anchieta (ex-presídio político), ponto de locações, dialoga com a memória fluida em termos de subterrâneos, escombros, recantos desta narrativa.
    Há entrevistas com Fernando Morais e membros da comunidade nipo-brasileira acerca da política de Estado praticada na Era Vargas, de abusos e arbítrios cometidos contra este contingente imigratório que, à época, já participava expressivamente das áreas de abastecimento e de agricultura no Estado de São Paulo. Este quadro de proibições às liberdades de imprensa, de comunicação e de reunião, atingiu transgeracionalmente a comunidade nipo-brasileira.

    Cabe salientar que o documentarista Mario Jun Okuhara optou por disponibilizar publicamente o filme (sem fins comerciais), contribuindo com o resgate histórico, através de depoimentos colhidos, dentre outros, com o protagonista e testemunha ocular do episódio.

    Prezado

    ​ Aluízio Palmar, trata-se de rico material ​destinado ao conhecimento público e ​afeito ​a pesquisa​s​ nos campos de: Direito Internacional, Relações Internacionais, História, Ciências Sociais, Jornalismo, Cinema, Serviço Social. ​Ainda, este documentário é uma contribuição no​ sentido de demonstrar a importância de projetos recuperadores da memória ​e justiça históricas, revelando episódios desconhecidos por nós brasileiros e cristalizando a “justiça de transição”.​
    ​Sobretudo, o documentário desdobra-se em importante ação, a saber: pedido ​de retratação do Estado brasileiro à comunidade nipo-brasileira (sem fins​ p​ecuniários). Abaixo, temos algumas referências (links) sobre o trabalho desenvolvido com a produção do documentário “Yami no Ichinichi – O Crime que abalou a Colônia Japonesa no Brasil”:
    DOCUMENTÁRIO: https://www.youtube.com/watch?v=QDf_egB3MG4

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