CAÇA ÀS BRUXAS EM SANTA MARIA (RS). MILITARES E CIVIS QUE NÃO ADERIRAM AO GOLPE MILITAR FORAM PRESOS INCOMUNICÁVEIS E INDICIADOS EM IPM

https://drive.google.com/file/d/1mURpuDGzU9J590aG2YL89g7R8OFtMu_W/view?usp=sharing https://drive.google.com/file/d/1Q1IQ1eCLe0YmdzWkaSs6GgflIJMWp53v/view?usp=sharing CLIQUE NOS LINKS ACIMA PARA ACESSAR O PROCESSO Seguindo com os IPMs instaurados após o golpe militar, Documentos Revelados publica o  volumoso processo, composto por 566 páginas e que faz parte do acervo do STM. Aliás,  são pouco estudados os documentos que estão …

INQUÉRITO POLICIAL MILITAR DOS SARGENTOS E OFICIAIS QUE NÃO ADERIRAM AO GOLPE. COMPLETO E DIVIDIDO E DUAS PARTES

https://drive.google.com/open?id=1ETdopFs55IsdqYoGBPEsKOfjigOYW9WL https://drive.google.com/open?id=1aop83KierxMDySQS5M1j3XGNrAOUl6Gt Em 1964, o Raul Soares serviu de navio-prisão, se transformando num cárcere flutuante no Porto de Santos. Mas em seu interior não havia lei e nem respeito à dignidade humana. Direitos aos habeas corpus jamais foram respeitados. As ordens de soltura também não …

PRISÕES NO QUARTEL DO EXÉRCITO, EM QUITAÚNA, APÓS O GOLPE MILITAR DE 64. IPM QUE ENQUADROU SARGENTOS E SUBOFICIAIS. PARTE 3

Nessa parte, o encarregado do Inquérito Policial Militar, Tenente Coronel Sebastião Alvim, determina a prisão de 22 sargentos, todos lotados no Segundo Grupo de Canhões Noventa Milímetros Anti Aéreos. Além de determinar as prisões, os encarregado do IPM estabelece que os sargentos fiquem incomunicáveis e …

INTEGRA DO IPM QUE ENQUADROU SARGENTOS E SUB OFICIAIS QUE NÃO ADERIRAM AO GOLPE MILITAR. 2. ATIVIDADES DOS TROTSKISTAS DO PORT

Essa parte do IPM instaurado um ano após o Golpe Militar, fala sobre as atividades de alguns membros do Partido Operário Revolucionário Trotskista, suas ligações com militares e distribuição do jornal Frente Operária em quarteis e portas de fábricas.

INTEGRA DO IPM QUE ENQUADROU SARGENTOS E SUB OFICIAIS QUE NÃO ADERIRAM AO GOLPE MILITAR. 1. NAVIO PRISÃO RAUL SOARES

Em 1964, o Raul Soares serviu de navio-prisão, se transformando num cárcere flutuante no Porto de Santos. Mas em seu interior não havia lei e nem respeito à dignidade humana. Direitos aos habeas corpus jamais foram respeitados. As ordens de soltura também não eram atendidas. …

NÃO CALO O GRITO. MEMÓRIA VISUAL DA DITADURA CIVIL-MILITAR NO RIO GRANDE DO SUL

Fruto de Projeto desenvolvido pelo CAMP em parceria com o Ministério da Justiça através de edital do Projeto Marcas da Memória, da Comissão de Anistia entre 2012 e 2013, o livro Não calo Grito: Memória Visual da Ditadura civil-militar no Rio Grande do Sul está …