Luís Henrique Pellanda | Crônicas

A crônica não mata – Parte 9

Volto para a cama, o remédio logo fará efeito. Quatro e meia, um grau negativo, sensação de menos dois. Debaixo de minhas três cobertas me desvio do sono ao lembrar que não foi aquela a primeira vez que ouvi alguém gritar benzetacil na rua, à noite

Luís Henrique Pellanda

A crônica não mata – Parte 7

Já falei muito do que é grotesco. Chega. Agora quero falar do que é aprazível. E deixar aqui um agradecimento ao proprietário, ou à proprietária, da bicicleta vermelha que volta e meia encontro estacionada debaixo de um arbusto florido de bicos-de-papagaio, no pátio da Reitoria

Luís Henrique Pellanda