Dr. Rosinha | Crônicas

Imaginar a cena

Qual foi a cena do autor ao reencontrar-se – com “Martha” agora num sebo – seu próprio livro com dedicatória a uma das mulheres mais famosa do Brasil?

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Suspiros mitigados

O livro pode servir de alerta ao momento político que vivemos de ascensão do fascismo, obscurantismo e negacionismo da ciência

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Mil beijos

Encarte é outra das razões que me leva a comprar LPs. Entendo que, em geral, é uma arte à parte

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Rio Adentro

Se, no sebo, ao folhear o livro pensei em Leminski, Drummond e Lorca, agora vejo-os citados no livro

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Não tem joinha

Buscando ser moderno (não sei se é esta a palavra correta para este contexto) transmito artigos que acho interessantes e as crônicas que escrevo em listas de transmissão do meu celular

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Vida sorrindo

E como sempre que encontro livros nos sebos com dedicatória me vem à mente a pergunta: por quê vendeu o livro?

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Rosário de Saudades

O rosário de saudades dá um rosário de lágrimas. Lágrimas pela floresta destruída, as perobas virando tábuas e os animais e pássaros perdendo a vida

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Auto retrato

Também tenho identidade, mas ela é tão plural que se mistura com todos e todas e não me dá nenhuma singularidade

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Dedicatórias

Como alguém que ganha um disco ou um livro com dedicatória, ou mesmo com o autógrafo do escritor, compositor ou cantor se desfaz do “objeto”?

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