Felippe Anibal | Crônicas

A minha Malena

A frase me provocou um estardalhaço ao longo dos meses seguintes. Dei de ouvir mais tango e de pensar no gênero sob diversas perspectivas

Felippe Anibal

“Viva a morte!”

O senhor sacou uma máscara do bolso e, teatralmente, a atirou no chão. Voltou-se para mim e, como um desvairado, gritou: “Ciência?! Eu quero que a ciência se foda! Eu odeio a ciência! Odeio!”

Felippe Anibal

A poesia em suspenso

Nos trouxeram a um patamar de terra-arrasada, em que se tornou fútil, constrangedor ou supérfluo contemplar o que, em condições normais de temperatura e pressão, embeveceria qualquer um

Felippe Anibal