26 ago 2021 - 8h00

É agindo que salvamos alguém

Precisamos falar, mas é agindo que pessoas têm sido salvas!

A Campanha de prevenção ao suicídio ganha a cada ano mais destaque mundial no mês de setembro. Não sei se você sabe, mas no Brasil foi criado em 2015 pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), com a proposta de associar a cor ao mês que marca o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro).

Segundo o Plano Nacional de Saúde divulgado em 2020, um em cada dez brasileiros com mais de 18 anos já recebeu diagnóstico de depressão. Mas as razões podem ser bem diferentes, porém muito mais gente do que se imagina já pensou em suicídio. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada 40 segundos, uma pessoa morre por suicídio no mundo. Já ao que se refere às tentativas, uma pessoa atenta contra a própria vida a cada três segundos. Em termos de numéricos, calcula-se que aproximadamente um milhão de casos de óbitos por suicídio são registrados por ano em todo o mundo.

Escolas, universidades, entidades do setor público e privado e a população de forma geral, precisam reforçar seu envolvimento neste movimento. Monumentos como o Cristo Redentor (RJ), o Congresso Nacional e o Palácio do Itamaray (DF), o Estádio Beira Rio (RS) e o Elevador Lacerda (BA), para citar apenas alguns, e até mesmo times de futebol, como o Santos FC, Flamengo e Vitória da Bahia, já participam da campanha.

A educação é a primeira medida de prevenção. Falar sobre suicídio foi um tabu durante muito tempo, mas graças a Deus de uns tempos para cá, especialmente com o sucesso da campanha Setembro Amarelo, isto está acabando. Precisamos conversar com responsabilidade e de forma adequada para que o objetivo seja eficaz. O texto deste mês é para conscientizar e captar mais divulgadores desta importante causa. Não é porque o mês de campanha é em setembro, que não podemos conversar todos os dias. Te convido a agir e salvar alguém!

Este texto é de responsabilidade do autor/da autora e não reflete necessariamente a opinião do Plural.

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