De fato – viver sempre foi perigoso | Jornal Plural
3 ago 2020 - 19h45

De fato – viver sempre foi perigoso

Tragédias e outros acontecimentos moldaram e moldam o mundo a cada dia. Resta a pergunta: onde vamos parar em 2021?

É muito mais do que uma revista – e, até mesmo, mais do que um livro. Pelo amplo conteúdo e incrível documentação fotográfica, o exemplar tem um preço igualmente surpreendente: 160 páginas por… Cr$ 14,99. Isso mesmo. Pagando com uma nota de 10 e outra de 5, você tem direito a uma moedinha de troco. Desconcertante, não? Afinal, a praxe é sempre arredondar o valor para cima…  

Título: 

GUIA –  

GRANDES FATOS  

QUE MUDARAM  

O MUNDO  

Trata-se de uma publicação da On Line Editora. E, se o leitor não quiser ir até uma banca de revistas, é possível adquirir um exemplar via internet: Amazon Serviços de Varejo do Brasil Ltda.  

Sobre a explosão da usina de Chernobyl, na Ucrânia, no dia 26 de abril de 1986, o pior acidente nuclear do século 20, muita gente se lembra pelo vago noticiário da imprensa. Mas quem viu, na época ou logo depois, uma foto – vista aérea – o detonado reator 4 da usina? Pois é, na revista temos uma tremenda imagem. A radiação se espalhou por todo o continente europeu e contribuiu para o fim da União Soviética. Afinal, vale citar Confúcio, o filosofo chinês, para quem “Uma imagem vale mais que mil palavras”, referindo-se, é claro, ao poder da comunicação por intermédio de imagens.  

E por aí vamos, ou melhor, continuamos.  

Da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, dia 29 de outubro de 1929, ao famoso discurso de Martin Luther King Jr. (“Eu tenho um sonho”), para mais de 250 mil pessoas, no dia 28 de agosto de 1963 (no Lincoln Memorial), em defesa dos direitos civis, passamos a outros fatos que mudaram os rumos da história da humanidade: as bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945, são um exemplo.  

E, até o fim da publicação, “o leitor conhecerá detalhes de outros acontecimentos que são, ao mesmo tempo, dramáticos e inspiradores”.

– A posse de George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos, em 1789, as circunstâncias que levaram o mundo à Primeira Guerra Mundial, os detalhes sobre a queda do Muro de Berlim, em 1989, além de conhecer curiosidades sobre a luta feminina pelo direito ao voto e ficar por dentro do atentado ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. Tudo com fotos impressionantes. A chegada do homem à Lua, o Dia D, o naufrágio do Titanic, Chernobyl, a Peste Negra, os assassinatos de Abraham Lincoln (14 de abril de 1865) e John F. Kennedy (22 de novembro de 1963), a Apollo 11 na Lua, o atentado ao World Trade Center, com a morte de mais de 3 mil pessoas. E, é claro, a invenção da internet, em 1990, pelo físico britânico Tim Berners-Lee. Detalhe: o precursor da internet foi a Arpanet, criada em 1969 para os militares norte-americanos.  

E aí, concluída a leitura, há quem tenha voltado aos dias de hoje: será que chegaremos inteiros a 2021? E teremos uma nova edição da revista incluindo o (quase) fim do mundo por conta da Covid-19 ou do desgoverno bolsonazista?  

Este texto é de responsabilidade do autor/da autora e não reflete necessariamente a opinião do Plural.

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